Em entrevista publicada nesta sexta-feira, 05/03, no jornal Financial Times, o presidente da Vivendi, Jean-Bernard Lévy, deu a entender que analisa "com muito cuidado" o mercado de telefonia móvel no Brasil.
A operadora francesa, acionista da GVT, adianta assim o seu potencial interesse em atuar no segmento por meio de uma MVNO, em processo de regulamentação no Brasil. A consulta pública sobre operadoras virtuais termina no dia 23 de marco.
De acordo com os analistas ouvidos pelo Financial Times, a Vivendi poderá investir entre 1,5 bilhões de euros a 2 bilhões de euros na compra de espectro e na construção de uma rede nacional de telefonia móvel no Brasil. Isso porque os principais concorrentes da operadora - Telefônica, OI e Embratel - já possuem operações móveis em seus portfólios.
Apesar de confirmar o interesse em atuar no segmento de celulares, Lévy garante que essa área não é crucial para 'o sucesso do investimento no Brasil'.
Sgundo o executivo, o foco dos negócios permanece na telefonia fixa e na banda larga. Com eles, a Vivendi/GVT quer, rapidamente, obter a capilaridade nacional. O mercado de IPTV, tão logo venha a ser regulamentado, também será um alvo de oportunidades, completou Lévy.
Fonte: Convergência Digital