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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Robô com andar divertido pula até 8cm de altura

O cientista Tomotaka Takahashi, da Universidade de Kyoto, no Japão, criou um robô que pula. Batizado de Ropid - uma combinação das palavras robô e rápido, em inglês - ele usa sensores para manter o equilíbrio e obedece a comandos de voz.

O Ropid mede 38 centímetros, pesa 1,6 quilos e consegue pular a uma altura de 8 centímetros. Suas coxas e tornozelos foram projetados para conservar energia. Takahashi levou 2 anos e meio para construir o modelo. Ele afirma que prefere fazer robôs que possam divertir as pessoas com seus movimentos e capacidade de comunicação a máquinas que sejam apenas úteis ao ser humano.


Fonte: Inovação Tecnológica e BBC

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Windows 7 chega ao Brasil mas preço assusta usuários

Chegou hoje, a mais de 4 mil pontos do varejo brasileiro, o Windows 7, nova versão do sistema operacional para computadores da Microsoft. O desafio do software é desfazer a má impressão deixada pelo seu antecessor, o Windows Vista, considerado lento, pesado e com baixa compatibilidade de software e hardware em seu lançamento. "Não divulgamos números, mas esperamos que a adoção do Windows 7 seja mais rápida que a do Vista e a do XP", disse Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral de consumo e online da Microsoft Brasil.

O lançamento do sistema operacional no País contou com a presença de Darren Huston, vice-presidente mundial de consumo e online da Microsoft, para quem o mercado brasileiro é muito importante. "O Brasil é o quinto mercado de PCs do mundo", disse Huston. "Ele deve tornar-se o terceiro num período de 3 a 5 anos, depois dos Estados Unidos e da China”.

O Windows 7 foi apontado por muitos analistas como uma versão corrigida do Vista. A Microsoft fez questão de destacar a simplicidade e a rapidez do novo sistema operacional. A versão beta foi testada por cerca de 8 milhões de pessoas, em 113 países. "Ouvimos os consumidores e aprendemos com isso", afirmou Huston.

O novo Windows é integrado aos serviços online da Microsoft, como o mecanismo de busca Bing. A ideia é usar a força da empresa no mercado de sistemas operacionais como arma na concorrência com o Google. No Brasil, foram homologados 148 modelos de PCs para o Windows 7, fabricados por mais de 20 empresas.


No entanto os preços particados no Brasil para o novo produto causaram expanto nos consumidores: a versão mais simples do software no varejo, chamada Home Basic, custa R$ 329. A versão mais sofisticada chega a R$ 669 (Windows 7 Ultimate). Nos Estados Unidos, estudantes podem comprar o Windows 7 Home Premium ou Professional pelo equivalente a R$ 52. Para isso, a exigência básica é ter um endereço de e-mail com terminação .edu. Essa oferta vale até 3 de janeiro. Há outras similares em países como Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Coreia e México, mas não no Brasil. O pacote com três licenças do Windows 7 Home Premium vai custar, nos Estados Unidos, o equivalente a 261 reais. Esse pacote existe também em outros países, mas não no Brasil, onde as mesmas três licenças custam 1.197 reais. Na China, o Windows 7 Home Basic custa o equivalente a 102 reais. Sem dúvida a Microsoft no Brasil está errando na sua estratégia de comercialização do Windows 7 e estimulando a pirataria do novo produto.

Antes mesmo do seu lançamento, o sistema operacional Windows 7 já era encontrado na rua Santa Ifigênia, paraíso dos eletrônicos (e pesadelo dos fabricantes) localizado no centro de São Paulo. Numa faixa de três quarteirões da via, entre a avenida Duque de Caxias e a rua Vitória, a reportagem do jornal "Folha de S. Paulo" identificou sete ambulantes que vendiam o software da Microsoft na tarde do dia 21 de outubro, algumas horas antes do sistema "oficial" chegar às gôndolas brasileiras. O sistema operacional era vendido ao preço padrão de softwares pirateados: entre R$ 10 e R$ 15.

Fontes: Blog de Ethevaldo Siqueira, Folha Online, adNews e G1

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Austrália inicia projeto gigante de instalação de banda larga

A Austrália deu início ao maior projeto de infraestrutura de sua história, para criar uma rede de internet de banda larga que cobrirá quase todo o seu vasto território.

A Austrália tem uma superfície de 7,7 milhões de km2, e está situada a uma enorme distância do resto do mundo desenvolvido.

O projeto, segundo seus responsáveis, é comparável ao de instalação da primeira linha telegráfica terrestre, no final do século 19, que permitiu o país se comunicar com o resto do mundo. A iniciativa tem o objetivo de proporcionar o acesso à internet a 90% dos lares australianos, por meio de um cabo de fibra ótica, até 2017. Os 10% restantes, localizados em regiões remotas e desérticas, terão acesso à conexão sem fio.

Para alcançar a meta, o governo de Canberra investirá US$ 37 bilhões e instalará a conexão em mais de dez milhões de edifícios. As obras, que contam com máquinas escavadeiras importadas da França, começaram na semana passada, na ilha da Tasmânia, a região mais ao sul do país. Em 2014, a região se tornará o ponto melhor comunicado do planeta, com uma velocidade de transmissão de dados pela internet de 100 Mbytes por segundo -- cem vezes superior ao serviço mais rápido oferecido atualmente pelos provedores locais.

"A Rede Nacional de Banda Larga será o maior projeto de infraestrutura nacional da história da Austrália", declarou o ministro de Banda Larga, Comunicações e Economia Digital australiano, Stephen Conroy, na inauguração das obras na Tasmânia. Além disso, as autoridades da ilha deram o pontapé inicial para outro projeto paralelo, no Hospital Geral de Launceston, que permitirá uma mulher de 80 anos a receber os cuidados que necessitar pela internet, por intermédio de uma tela, sem ter de sair de sua casa.

História da comunicação

No século 19 --mais precisamente em 1817-- a notícia da morte no Reino Unido da Princesa Carlota Augusta de Gales demorou cinco meses para chegar à Austrália.

Mais de 40 anos depois, as cidades de Sydney, Melbourne e Adelaide, além da ilha da Tasmânia, estavam conectadas pelo telégrafo, mas a conexão entre a Austrália e o resto do mundo dependia exclusivamente do transporte por mar. Cada envio demorava entre 60 e 80 dias. Quando a linha telegráfica finalmente foi instalada, em 1872, o tempo para se enviar uma mensagem de Adelaide à Inglaterra se reduziu para sete horas. Para alcançá-lo, centenas de camelos foram utilizados para estender 2.900 quilômetros de cabos e 36 mil postes com 11 repetidores foram instalados, cada um com dois telegrafistas e quatro técnicos. Os trabalhadores passaram fome e sede, já que, em muitos casos, não dispunham das condições mais básicas, e tiveram que suportar as duríssimas condições meteorológicas da árida região central do país e do norte tropical. Estes funcionários tiveram que enfrentar ainda a hostilidade dos aborígenes, que não tinham se acostumado com a presença do homem branco. A Austrália teve que importar postes de metal do Reino Unido, ao descobrir a capacidade destrutiva dos cupins na madeira.

O projeto da Rede de Banda Larga também enfrentará dificuldades, mas, desta vez, o governo da Austrália assegura que está disposto a passar por qualquer inconveniente, como os primeiros colonizadores do continente. Satélites serão enviados ao espaço se for preciso, e os fundos nacionais bancarão a diferença de custo dos serviços entregues às grandes cidades e aos lugares mais remotos do país.

Fonte: EFE, na Folha Online

Dell planeja lançar smartphone no início de 2010

A fabricante de computadores Dell espera lançar seu primeiro smartphone no início de 2010. O aparelho utilizará o sistema operacional móvel Android, do Google, e será comercializado pela operadora americana AT&T, segundo fontes próximas à empresa informaram ao The Wall Street Journal.

As mesmas fontes afirmaram que o aparelho terá tela touch screen (sensível ao toque) e será similar ao apresentado pela Dell na China, em agosto, mas com algumas aplicações diferentes.

Ainda de acordo com as fontes, a Dell também está em conversações com outras operadoras para a oferta de seu celular. Segundo o jornal americano, tanto executivos da Dell quanto da AT&T se negaram a comentar o assunto.

Fonte: Teletime

sábado, 3 de outubro de 2009

Google adquire programa de segurança ReCAPTCHA



O Google anunciou a aquisição do programa ReCAPTCHA, utilizado para oferecer mais segurança aos sites da Internet por meio de letras ou números que o usuário deve digitar quando interage com um site.

As letras, que aparecem como desenhos distorcidos, evitam a distribuição de spam e o uso de sites interativos por programas automatizados, já que o reconhecimento dos caracteres é possível para um ser humano, mas muito difícil para um programa de computador. CAPTCHA é um acrônimo para Completely Automatic Public Turing test to tell Computers and Humans Apart.

Existem inúmeros programas de Captcha disponíveis no mercado, a maioria gratuita. Mas o ReCAPTCHA é especial. Enquanto os outros programas apresentam caracteres aleatórios e simplesmente checam se esses caracteres foram digitados corretamente, o ReCAPTCHA mostra palavras extraídas de livros impressos que estão em processo de digitalização.

Assim, quando digitam as palavras, muitas vezes quase ilegíveis, os usuários dos sites que usam o ReCAPTCHA estão na verdade ajudando a digitalizar livros antigos, jornais e outros materiais impressos antes do advento dos computadores.

A possibilidade de ajudar uma causa nobre fez com que o ReCAPTCHA de proliferasse como erva-daninha pela Internet. Milhares de sites ao redor do mundo já o adotaram. Seu uso é gratuito. Durante seu primeiro ano de funcionamento, 1,2 bilhão de captchas foram resolvidos e mais de 440 milhões de palavras foram corretamente decifradas. Isso equivale à digitalização de 17.600 livros.

Corrigindo o OCR

Mas como o programa sabe que o usuário digitou a palavra correta? O sistema funciona assim: o software do ReCAPTCHA pega uma palavra conhecida e outra que não foi reconhecida pelo OCR (Optical Character Recognition), e apresenta ambas ao usuário. Se o usuário interpretou corretamente a primeira, o programa assume que a segunda também foi interpretada corretamente.

O mesmo conjunto é apresentado seguidamente a vários usuários, até que, estatisticamente, o programa tenha certeza de que a palavra foi mesmo reconhecida. O texto do livro é então atualizado e dado como corretamente digitalizado.

O ReCAPTCHA foi lançado em 2007 pelo pesquisador Luis von Ahn, da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, tendo logo se transformado em uma empresa, criada com o objetivo de divulgar e eventualmente comercializar o programa.

O Google não divulgou se pretende fazer alguma alteração nas diretrizes de uso do programa.

Fonte: Site Inovação Tecnológica - 16/09/2009

Samsung apresenta telefone celular de pulso

Samsung S9110
Samsung S9110
A empresa sul-coreana Samsung apresentou recentemente em uma feira em Berlin (Alemanha) o telefone celular de pulso, modelo S9110, com tela de toque o display de alta resolução. Com apenas 11,98 mm de espessura, o aparelho S9110 também toca músicas no formato MP3, possui conectividade através de redes Bluetooth e memória interna de 40MB.

Fonte: Aving

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Agência Espacial Brasileira volta a se preocupar com sistema Geoestacionário

O projeto do Sistema Geoestacionário Brasileiro (SGB), que ficou parado de 2005 até 2008, foi retomado pela AEB no final do ano passado. A agência fez um chamamento público para contratar estudos que atestem a viabilidade técnica, econômica e jurídica do projeto. Dentro de uma semana a AEB deve escolher, entre três consórcios, o vencedor do chamamento que em noves meses deverá apresentar os estudos.

O SGB é uma vontade do governo federal em ter um sistema satelital próprio para servir o Ministério da Defesa -- que hoje utiliza dois transponders em banda X nos satélites C1 e C2 da StarOne --, para controle do tráfego aéreo e para aplicações na área da meteorologia, o que é particularmente importante para o País devido à grande participação do agronegócio na balança comercial brasileira.

Como o custo do projeto é elevado, uma das soluções na mesa é a participação do setor privado através de uma PPP. O projeto ainda está numa fase bastante incipiente. Thirso Vilella, diretor de satélites aplicações e desenvolvimento da AEB, explica que esse estudo vai justamente mostrar a viabilidade, do ponto de vista jurídico, de utilização de uma PPP para a construção e operação de um sistema satelital. Além disso, o estudo pretende investigar a viabilidade econômica do projeto e a forma de participação do parceiro privado. "Aparentemente existe uma grande possibilidade de que o modelo de PPP vá para frente", afirma Thirso Vilella. Uma outra possibilidade de financiamento do projeto, com menos chances de dar certo, é a co-participação orçamentária entre vários ministérios.

Thirso explica que o SGB não é um sistema para uso exclusivamente do governo. Dessa forma, o consórcio vencedor poderá vender no mercado a capacidade excedente. "É como se eu contratasse um avião para me levar a um determinado lugar. Não me importo se outros passageiros viajarem junto", exemplifica.

O Ministério da Defesa calcula que em três anos a capacidade dos transponders que ocupa deverá não ser mais suficiente. O Coronel Paulo Mourão Pietroluongo, gerente da divisão de projetos especiais do Ministério da Defesa, ainda lembra que caso o Brasil ocupe mesmo um assento no Conselho de Segurança da ONU, deverá aumentar muito a participação do País como mediador em conflitos internacionais, o que gera mais demanda por comunicação. Segundo ele, hoje o Brasil tem 40 terminais em banda X o que não é suficiente para equipar todos os navios e aviões. A necessidade brasileira, segundo ele, é poder ter cerca de 200 terminais em 10 anos. Comparativamente, o coronel mencionou que a Espanha tem dois satélites de uso exclusivo militar e mais de 350 terminais. Lá o sistema é operado por uma empresa que tem capital do governo, a Hisdesat. França e Inglaterra também têm satélites próprios, mas a operação do sistema fica a carga dos próprios ministérios de defesa de cada País.

Para o Ministério da Defesa, um outro problema que existe é a duração do contrato. Hoje o contrato com a StarOne segue as regras usuais do mercado e, portanto, a cada ano tem de ser renovado. Para o Coronel Pietroluongo, o "melhor dos mundos" seria um satélite exclusivamente para uso militar. Como o custo disso é muito alto, o ministério gostaria que os contratos tivessem duração maior. Com o SGB esse problema não existiria.

Fonte: Teletime

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Pedidos de portabilidade de celulares chegam a 2 milhões


Mais de 2 milhões de usuários de celulares pediram para trocar de operadora sem mudar o número do telefone, desde que a portabilidade numérica foi instituída no Brasil, há 1 ano e 1 mês. A informação é da base de dados de referência da ABR Telecom (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações), que completou no último fim de semana a marca de 2.024.512 pedidos.

Somando usuários de telefonia fixa e móvel a portabilidade já registra 3.105.537 pedidos. Ou seja, a telefonia móvel corresponde a 65% das solicitações. Quanto às trocas de operadora efetivadas, elas chegam a 2.353.736, das quais 68% (1.596.078) correspondem a usuários de telefones móveis e 32% (757.658), a de assinantes de linhas fixas.

Fonte: Blog de Ethevaldo Siqueira

Acer anuncia smartphone com Android e GPS integrado a venda na Europa

A Acer começará a vender em breve, na Europa, seu novo smartphone, o A1 com Android em seu sistema operacional e GPS integrado.

O smartphone tem tela de 3,5 polegadas sensível ao toque, câmera de 5 megapixels, 512 Mb de memória interna, processador Qualcomm 8250 de 768 MHz e conectividade 3G, Wi-Fi e Bluetooth.

Com o aparelho, a empresa quer roubar uma fatia do mercado europeu de smartphones. O A1 estará disponível a partir do dia 6 de outubro por 390 euros.

Fonte: Info GPS OnLine

Coreia do Sul tem melhor banda larga do mundo; Brasil fica na 45ª posição

Ranking anual mede a qualidade da internet rápida de 66 países. Japão, Suécia, Lituânia e Bulgária também estão no topo da lista.

A Coreia do Sul ultrapassou o Japão e a Suécia e assumiu a liderança em ranking anual que mede a qualidade da banda larga dos países, ajudada por incentivos do governo para tornar a nação como líder no mundo de tecnologia da informação, mostrou um estudo.

A pesquisa, conduzida pelas universidades de Oxford e Oviedo e patrocinada pela Cisco, mostrou que 62 de 66 países analisados melhoraram a qualidade dos serviços de internet rápida, do ano passado para cá.

A relevância da banda larga com qualidade está aumentando, já que novos aplicativos de internet -- como TV de alta definição -- precisam de conexões mais rápidas e melhores, avaliou o levantamento.

Os nove países mais bem colocados no ranking -- Coreia do Sul, Japão, Suécia, Lituânia, Bulgária, Letônia, Holanda, Dinamarca e Romênia -- já possuem banda larga com qualidade para tais aplicações.

O Brasil aparece na 45ª posição no estudo, atrás de dois dos outros três países que compõem o grupo dos Bric: Rússia está em 18º lugar e China na 43ª colocação, enquanto a Índia ocupa a 63ª posição.

Na classificação por cidades, os municípios japoneses Yokohama e Nagoya aparecem no topo da lista, à frente de Kaunas, na Lituânia.

Fonte: G1

Google Maps mostra trânsito em tempo real em três capitais brasileiras


Em breve o Google Maps passará a contar com um novo serviço de informação de trânsito em tempo real no Brasil.

Os usuários do site podem ter acesso as informações de trânsito em tempo real das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A ferramenta é apresentada da seguinte maneira: as informações de trânsito são traçadas em linhas sobre os mapas do Google, indicando como está a movimentação de automóveis nas principais vias. A cor verde indica fluxo rápido; amarelo, um pouco lento; vermelho, congestionado; e preto com tracejados vermelhos, provavelmente parado.

Além disso, também será possível conferir no mapa uma previsão de como estará o fluxo em qualquer dia e hora da semana, que terá como base o histórico de informações sobre o tráfego coletado pelo Google.

Fonte: Mundo Geo