
A Hispasat anunciou para o fim de setembro de 2009 o lançamento do satélite Amazonas 2, que vai aumentar a capacidade e a flexibilidade operacional do sistema de satélites da operadora espanhola. O satélite, fabricado pela Astrium, já se encontra na base de lançamentos da Agência Espacial Europeia, em Kourou, na Guiana Francesa, e será colocado em órbita por um foguete Ariane 5 ECA.
O Amazonas 2 cobrirá todo o continente americano, desde o Alasca, no extremo Norte, até a Terra do Fogo, no extremo Sul. O satélite possui 64 transponders (54 em banda Ku e 10 em banda C), que o tornam adequado para satisfazer as novas demandas de telecomunicações dos clientes do grupo. Este novo satélite terá uma massa de lançamento de 5,5 toneladas, um painel solar expandido em órbita de mais de 39 metros e uma potência superior a 14 kW ao final da sua vida útil.
A empresa investiu mais de 200 milhões de euros no desenvolvimento deste projeto, com recursos próprios e provenientes de empréstimos internacionais. Para a presidente da Hispasat, Petra Mateos, o lançamento do Amazonas 2 proporcionará ao grupo moderna e competitiva capacidade de comunicações na América. "Este novo desafio empresarial nos permite continuar na vanguarda das telecomunicações espaciais do futuro", afirmou.
Em toda a América do Sul existe receio de que os serviços de TV por Satélite, atualmente alocados no Satélite Amazonas 1, sejam transferidos para o novo satélite. O satélite Amazonas 1 se tornou muito conhecido na região quando foi "quebrada" a criptografia empregada para codificar os sinais de TV emitidos pelo satélite. Desta forma, milhares de pessoas compraram receptores compatíveis com os sinais do Amazonas 1 e tem recebido a programação de centenas de canais de TV sem ter que pagar um plano de assinatura. O tema foi objeto de uma mensagem recente no site NoWires e causou muito impacto. Se os serviçõs de TV do Amazonas 2 usarem uma ouytra criptografia, os receptores adaptados de TV do tipo AZBox, ProBox e AZ-America se tornarão inúteis, a não ser que se consiga novamente "quebrar" o código de criptografia dos sinais do satélite.
Fonte: Blog do Jornalista Ethevaldo Siqueira & Hispamar
O Amazonas 2 cobrirá todo o continente americano, desde o Alasca, no extremo Norte, até a Terra do Fogo, no extremo Sul. O satélite possui 64 transponders (54 em banda Ku e 10 em banda C), que o tornam adequado para satisfazer as novas demandas de telecomunicações dos clientes do grupo. Este novo satélite terá uma massa de lançamento de 5,5 toneladas, um painel solar expandido em órbita de mais de 39 metros e uma potência superior a 14 kW ao final da sua vida útil.
A empresa investiu mais de 200 milhões de euros no desenvolvimento deste projeto, com recursos próprios e provenientes de empréstimos internacionais. Para a presidente da Hispasat, Petra Mateos, o lançamento do Amazonas 2 proporcionará ao grupo moderna e competitiva capacidade de comunicações na América. "Este novo desafio empresarial nos permite continuar na vanguarda das telecomunicações espaciais do futuro", afirmou.
Em toda a América do Sul existe receio de que os serviços de TV por Satélite, atualmente alocados no Satélite Amazonas 1, sejam transferidos para o novo satélite. O satélite Amazonas 1 se tornou muito conhecido na região quando foi "quebrada" a criptografia empregada para codificar os sinais de TV emitidos pelo satélite. Desta forma, milhares de pessoas compraram receptores compatíveis com os sinais do Amazonas 1 e tem recebido a programação de centenas de canais de TV sem ter que pagar um plano de assinatura. O tema foi objeto de uma mensagem recente no site NoWires e causou muito impacto. Se os serviçõs de TV do Amazonas 2 usarem uma ouytra criptografia, os receptores adaptados de TV do tipo AZBox, ProBox e AZ-America se tornarão inúteis, a não ser que se consiga novamente "quebrar" o código de criptografia dos sinais do satélite.
Fonte: Blog do Jornalista Ethevaldo Siqueira & Hispamar