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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Visa e Claro lançam projeto piloto para testar 'mobile payment' bo Brasil

O celular incorporou mais uma facilidade e deu outro passo para se tornar a "carteira eletrônica" do século XXI. Nesta terça-feira, 25, a Visa e seu braço de tecnologia, a Visanet, anunciaram um programa piloto que promete substituir o cartão de crédito pelo telefone móvel em dezenas de aplicações. Batizado de Visa payWave, o sistema contactless (sem contato) utiliza a tecnologia Near Field Communication (NFC), padrão desenvolvido pela indústria financeira para a transmissão e recepção de dados entre dispositivos próximos. O payWave funciona da seguinte forma: após o lojista digitar o valor da compra no leitor convencional de cartões (POS), o usuário - que previamente solicitou a relação do número do seu cartão de crédito ao número da linha do celular - aproxima seu aparelho móvel com NFC em cerca de 10 centímetros de um terminal fixo, também dotado de chipset NFC e interligado ao POS. O recibo é emitido automaticamente no POS e a conclusão efetuada. O piloto está sendo realizado com 200 portadores de cartão de crédito Visa do Banco do Brasil e Bradesco na Grande São Paulo e Brasília - outros bancos emissores devem aderir ao projeto no futuro - e, por enquanto, o chip NFC está disponível somente no celular Nokia 6212 vendido pela operadora Claro. Os terminais NFC estão disponíveis em bilheterias de cinemas e caixas de algumas redes de restaurantes fast-food. "O sistema contactless se justifica e é altamente oportuno em lugares com grande movimentação e volume de pagamentos, onde invariavelmente se formam filas, como pedágios, padarias, estádios de futebol, cinemas e fast-foods", diz Marcelo Sarralha, diretor de Tecnologia e Produtos e Canais Emergentes da Visa. O limite máximo por transação é de R$ 100 e a plataforma embarcada permite que o usuário, ao tirar foto do produto comprado em seu celular, tenha a imagem desse produto automaticamente relacionada aos valores da respectiva transação. "Assim, ele terá um histórico ilustrado de suas compras", acrescenta. A Visa não informou quando o payWave estará disponível comercialmente, alegando que isso dependerá de uma série de fatores relacionados à toda a cadeia de parcerias.

Mobile payment

Segundo Sarralha, o lançamento do Visa PayWave não representa um modelo proprietário de mobile payment, muito pelo contrário. "Estamos utilizando a NFC, uma tecnologia aberta e, mais do que isso, consagrada e aprovada pela indústria financeira como a mais confiável para o mobile payment, por seus protocolos seguros e altos níveis de criptografia", explica. "Com certeza, essa experiência agregará valor às discussões da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) na busca pelo modelo de pagamento móvel a ser adotado futuramente no país", acrescenta.

A diretora de Serviços de Valor Adicionado (VAS) da Claro, Fiamma Zarife, concorda e acrescenta que a tecnologia de segurança do mobile payment tinha mesmo de vir da indústria financeira. "Eles são especialistas nisso, enquanto nós (teles) podemos agregar a escala da telefonia móvel", diz. Ela acrescenta que outras iniciativas estão sendo tomadas pela Claro a fim de viabilizar ainda mais o negócio. "Já estamos testando em laboratório uma forma de integrar a tecnologia NFC diretamente ao SIM Card, o que traria escala e garantiria o sucesso do mobile payment", revela.

Cartazes inteligentes

Há uma série de serviços de valor adicionado que a Visa lançará por intermédio do NFC. Um deles, que também está em teste, é o de cartazes inteligentes. O usuário aproxima seu celular NFC de um cartaz ou folder promocional e automaticamente aparecerá no visor do aparelho uma mensagem referente a alguma promoção, desconto ou até acesso trechos de filmes. "No cartaz inteligente de um filme, por exemplo, basta aproximar o celular do cartaz para assistir o trailer no aparelho ou ganhar um ingresso para o acompanhante", diz Sarralha. Fiamma Zarife revela que a Claro também pretende utilizar esse canal para promoções casadas com a operadora, que podem passar pelo envio de ringtones, wallpapers, SMS, entre outros.

Próximo lançamento

O próximo lançamento de mobile payment da Visa será na área de transferência de valores financeiros entre contas bancárias. Quem revela é Marcelo Serralha. "Essa transferência poderá ser feita de forma presencial (entre dois celulares, via NFC) ou via Internet ou SMS, também por meio do aparelho móvel", diz.
Fonte: TELETIME

sábado, 15 de agosto de 2009

Escultura feita com LEDs

Esta obra é do artista Makoto Tojiki e foi exposta na feira de design Salon Satellite, em Milão (Itália). É constituída por cabos com LEDs azuis em suas pontas -- comprimentos diferentes de cada cabo formam a imagem.

Fonte: Blue Bus

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Operadoras de TV por assinatura pedem à Anatel providencias contra a Telefônica por causa dos receptores de TV por satélite AZBox

Um grupo de 13 empresas de TV por assinatura encaminhou na última segunda-feira, 10 de agosto de 2009, um ofício à Anatel pedindo que a agência exija da Telefônica providências para que o sinal emitido pelo satélite Hispasat Amazonas 1 não seja captado por equipamentos como o AZBox. O ofício também foi encaminhado à ABPTV (Associação Brasileira dos Produtores de TV), à ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) e ao SETA (Sindicato das Empresas de TV por Assinatura). Julio Campos, vice-presidente executivo da Ina Telecom - uma das signatárias do documento - diz que se nada for feito as empresas irão acionar a Justiça contra a Telefônica, cujo sinal está sendo captado pelos usuários dos receptores AZBox e ameaçam até mesmo acionar judicialmente a Anatel, por omissão.

AZBox HD Premium
O equipamento AZBox (http://www.azbox.com/) é um receptor e decodificador de sinais digitais de satélite das bandas C e Ku, destinado à recepção de canais de TV. A empresa responsável pela produção do equipamento chama-se OpenSat, Lda. e tem sede em Portugal. Aparentemente o equipamento é fabricado por uma montadora de equipamentos eletrônicos na Coréia do Sul. A principal característica do receptor AZBox é o fato do firmware do aparelho poder ser facilmente alterado de modo a receber canais de TV normalmente bloqueados e disponíveis somente através de assinatura, como HBO e CINEMAX. A Telefônica usa alguns transponders do satélite espanhol Hispasat Amazonas 1, posicionado sobre o Brasil, para a irradiação de sinais de TV para a América Latina e comercialização de serviço de TV por assinatura em diversos países onde atua. No entanto, as operadoras brasileiras reclamam do fato da codificação adotada pela Telefônica no sinal do satélite poder ser facilmente "quebrada" e incorporada a novas versões do firmware do receptor AZBox, disponibilizado em diversos sites na Internet.

Ou seja, para receber centenas de canais de TV sem pagar assinatura, o usuário simplesmente percorre os seguintes passos:

- Comprar e instalar uma antena parabólica equipada com o LNA (low noise amplifier)apropriado para a faixa de frequências do satélite Hispasat Amazonas 1. Uma antena de 90 cm de diâmetro custa por volta de R$ 150,00, mais as despesas de instalação, e fornece sinal adequado em qualquer ponto do teritório brasileiro.

- Comprar um receptor AZBox. O modelo mais vendido no Brasil é o evo XS e custa entre R$500 e R$600, dependendo do fornecedor. Existem modelos mais sofisticados, como o AZBox HD Premium, que possuem um disco rígido SATA interno no qual é possível também gravar os programas de TV para assisti-los mais tarde. Existem também receptores de outras marcas, mas os usuários preferem os da marca AZBox porque dizem ser mais fácil de fazer a atualização do firmware. [As empresas que entraram com a reclamação junto à Anatel dizem que os equipamentos AZBox entram no Brasil através do Uruguai, principalmente por empresas do Rio Grande do Sul].

- Ligar o receptor AZBox à antena parabólica com um cabo coaxial apropriado e apontar a antena para o satélite Hispasat Amazonas 1. Fazer o correto apontamento da antena é uma tarefa difícil, pois o alinhamento deve ser muito preciso. O satélite possui diversos canais de TV livres e, se a instalçao for corretamente executada, o receptor irá localizar os canais de TV emitidos pelo satélite e sintoniza-los, sem qualquer modificação no receptor AZBox. É possível também receber canais de áudio de estações de rádio brasileiras e estrangeiras.

- Para captar os sinais de TV "pagos", o usuário terá que obter na Internet uma versão atualizada do firmware do receptor AZBox, que foi modificada de modo a desbloquear os canais normalmente disponíveis por assinatura. O firmware novo é gravado em um pen-drive e transferido para o receptor AZBox, que possui um conector USB para esta finalidade. Dependendo da versão do firmware obtida, o usuário terá à disposição entre 200 e 300 canais de TV, incluíndo muitos canais somente disponíveis em pacotes premium de TV por assinatura, como HBO Plus, HBO Family, CINEMAX, SporTV, Disney Channel e diversos outros.

Há muita polêmica sobre a legalidade ou não desta prática. Quanto à compra e instalação de uma antena parabólica, não há nada de ilegal nisso, pois a venda de antenas receptoras de satélite é totalmente livre no Brasil. As antenas usadas para captar os sinais do satélite espanhol são exatamente iguais às que se usam por todo o país para receber os canais de TV livres, proveniente de dezenas de satélites que povoam os céus. Quanto a venda do receptor AZBox, trata-se simplesmente de um receptor de sinais eletromagnéticos que, em sua configuração original, apenas recebe canais de TV não-codificados, portanto de livre recepção. Ou seja, neste aspecto, o receptor AZBox em nada difere de um aparelho de rádio de "ondas curtas", que recebe sinais de rádio do mundo todo se for conectado a uma antena apropriada. O receptor AZBox é facilmente encontrado à venda no Brasil e em muitos deles aparentemente sua importação segue caminhos perfeitamente legais e com recolhimento de impostos, pois os vendedores fornecem nota fiscal e garantia. Também muitos usuários compram este equipamento no Paraguai e aparentemente não encontram obstáculos para traze-los para o Brasil, pois seu custo no país vizinho está abaixo de US$300 - pode assim ser incluido nas compras realizadas na fronteira e seu pequeno tamanho permite acomoda-lo na bagagem de mão. Finalmente, quanto a mudança do firmware original de um aparelho por um outro "com melhorias" e obtido gratuitamente na Internet, trata-se de um procedimento relativamente corriqueiro que os usuários frequentemente fazem no modem ADSL, no roteador WiFi e em diversos outros equipamentos. Ou seja, atualizar o firmware de um equipamento comprado legalmente não pode ser considerado crime, pois é um procedimento técnico até mesmo recomendado pelos fabricantes para corrigir eventuais bugs existentes nas versões iniciais do firmware original. Mesmo o desbloqueio de celulares, feito de forma perfeitamente legal e até incentivado pela Anatel, nada mais é do que uma atualização do firmware de um equipamento digital. As diversas versões de firmware disponibilizados na Internet para o receptor AzBox não tem proprietários de direitos autorais definidos e portanto pode ser considerado semelhante a um programa freeware que instalamos no nosso computador. A conclusão é que, sob o ponto de vista jurídico, fica muito difícil considerar que receber e decodificar um sinal eletromagnético proveniente do espaço sideral seja um procedimento ilegal.

O satélite Hispasat Amazonas 1 ocupa a posição orbital 61 graus Oeste. Com uma massa de 4,5 toneladas, o satélite Amazonas 1, baseado na plataforma estabilizada em três eixos Eurostar 3000s da empresa Astrium, está equipado com um total de 63 transponders equivalentes, dos quais 36 operam em banda Ku e 27 em banda C.


No ofício enviado para a Anatel, as 13 empresas listam uma série de links onde podem ser encontradas informações sobre o receptor AZBox, desde fóruns de discussões sobre como atualizar o firmware dos equipamentos até sites vendendo o produto. Existem diversos anúncios em jornais divulgando a novidade como "a nova tecnologia em TV digital". Chamam a atenção para uma reportagem da Folha de S. Paulo (clique aqui para ler) de dezembro de 2008 que já relatava o problema. E alegam que de lá para cá nada foi feito nem por parte da Telefônica nem pela Anatel. "A Telefônica vai ter que pagar um preço pela demora. Isso, certamente não está se refletindo na receita do grupo Telefônica. Para eles, isso não faz muita diferença. A estratégia pode ser de deixar as pessoas usarem para que elas se acostumem com o serviço", diz Campos.

Durante o Congresso ABTA 2009, o problema dos receptores AZBox passou a ser discutido publicamente. Julio Campos afirma que as grandes operadoras não tem uma visão tão detalhada do problema porque estão mais distantes dos clientes. Pequenas operações de todo o Brasil, segundo ele, têm sofrido muito com a proliferação de receptores AZBox no Brasil e a capatação dos sinas de TV da Telefônica. "Esse problema está tomando uma proporção muito grande. Há empresas que importam milhares e milhares de equipamentos e os distribuem pelo Brasil inteiro", diz ele.

As 13 signatárias do requerimento à Anatel são: Sid's TV (Rio Grande do Norte), TV Cabo Mix (interior de São Paulo), Giga TV (Bahia), Cabo Serviços de Telecom (Rio Grande do Norte), TV a Cabo Campo Mourão (Paraná), Televigo TV a cabo (Paraná), GTV (Paraná), Editora Diário da Amazônia (Pará), Rede Brasileira de Comunicação (Minas Gerais), Ina Telecom (Goiás), EGTV (Espírito Santo), Ibituruna TV (Minas Gerais) e Cabo Visão Telecomunicações (Santa Catarina). Com a excessão da GVT, são todas operadoras pequenas, com não mais do que 10 mil assinantes, e que alegam estar perdendo vendas em função do acesso aos canais de TV com o receptor AZBox.

Apesar de legítima a reclamação das operadoras de TV por assinatura contra a crescente presença dos receptores AZBox no Brasil, é muito difícil imaginar que a Telefônica vai tomar uma ação eficaz a curto prazo que atenda às reinvindicações. Em primeiro lugar, a maior parte dos assinantes de TV por Assinatura da Telefônica não está no Brasil, mas espalhados em outros países da América Latina. Ou seja, se a Telefônica mudar a codificação dos sinais provenientes dos satélite Hispasat Amazonas 1, terá que providenciar a atualização dos milhares de equipamentos receptores que estão instalados nos lares dos seus clientes, a maioria dos quais fora do Brasil. Mas mesmo que fizesse isso, não haveria nenhuma garantia que dali a alguns dias os hackers não descobririam uma forma de incorporar a nova codificação em uma futura versão do firmware dos equipamentos AZBox e distribuissem esta nova atualização na Internet. Ou seja, o imenso trabalho e despesa que a Telefônica terá para alterar a codificação dos seus canais de TV por satélite pode ser simplesmente inútil e ineficaz pela ação de um único hacker que descubra como incorporar o novo código ao firmware dos milhares de receptores AZBox espalhados pelo Brasil.

Fonte: Folha Online + Teletime + Redação NoWires

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Copel Telecom vai oferecer acesso a Internet por fibra óptica no Paraná. Mas o que os usuários vão fazer com isso?

A partir de 2010 usuários residenciais de Curitiba (PR) terão Banda Extra Larga oferecida pela Copel (Cia. Paranaense de Energia). O Paraná, e os paranaenses atendidos pela Copel, deverão ter em primeira mão a Internet do futuro com altíssima velocidade. O projeto BEL (Banda Extra-Larga) que está sendo desenvolvido pela Copel Telecomunicações terá recursos de cerca de R$ 500 milhões que serão revertidos num serviço inovador, de alta qualidade e inédito no mercado de telecomunicações. Para demonstrar a importância do projeto e a solidez da idéia acaba de ser lançado o livro Projeto BEL: a Copel Telecomunicações pensada estrategicamente, em equipe, que relata o início e a ousadia do projeto.
Rede de Fibra Optica da CopelPelo BEL, a velocidade do acesso à Internet poderá chegar a 100 Mbps, o que representa conexões pelo menos cem vezes superiores às existentes hoje no mercado. Com mais velocidade e também com o conceito de clube de serviços, o BEL deverá ser oferecido a clientes corporativos e residenciais a partir de 2010. Os estudos para a implantação já estão em andamento e até o momento cerca de R$100 milhões estão sendo buscados na FINEP, Financiadora de Estudos e Projetos, entidade do Governo Federal que financia projetos inovadores.

No livro apresentado pelo Superintendente de Telecomunicações da Copel, Carlos Eduardo Moscalewsky, são descritos os diferentes aspectos do projeto BEL em 19 capítulos escritos por 29 autores.

O envolvimento de outras diretorias, áreas e departamentos da Copel só reforçam a importância e a aposta da empresa neste salto tecnológico. Segundo o Superintendente de Marketing da Copel, Moacir Mansur Boscardin, a diversificação de negócios e a busca por novas receitas estão refletidas na capa que a CMK produziu para a publicação. Retrata a oferta de uma grande diversidade de conteúdos e serviços digitais para a população paranaense.

Para Marcos Pessoa, coordenador do projeto, trata-se de um empreendimento inédito e que só se torna possível pela avançada rede de telecomunicações que a Copel dispõe. "Além de ser dotada de tecnologias de ponta, a Copel possui uma capilaridade que só tem equivalentes em poucos locais do planeta, o que possibilitará a expansão do projeto com maior rapidez". E completa: "o BEL será uma grande intranet, que oferecerá serviços de valor adicionado em pacotes, como hospedagem, back-up, segurança, administração de aplicativos, telefonia IP, vídeo sob demanda, IPTV, telecomunicação móvel e jogos on-line, os quais poderão ser prestados pela própria Copel ou por outros fornecedores parceiros, utilizando o conceito de rede aberta".

Moscalewsky diz que "o BEL é mais do que a viabilização de um projeto tecnológico, constituindo-se como um real planejamento estratégico plurianual para a Copel Telecomunicações". E complementa, ressaltando que "a Copel Telecomunicações, com as recentes iniciativas em andamento, passou a dispor de um imenso potencial para a geração de novos negócios para a Copel, e, também, para o apoio a projetos de desenvolvimento econômico e social do Paraná".

Informações adicionais sobre o Projeto BEL podem ser obtidas pelo telefone (41) 3331-3383, com Marcos Pessoa.

Clique aqui para acessar o conteúdo do livro Projeto BEL: a COPEL Telecomunicações pensada estrategicamente, em equipe. O conteúdo deste livro está em formato PDF (2,7 mbytes) e a navegação pode ser realizada por meio dos Marcadores, localizados na lateral esquerda do documento.

Perguntas Frequentes:
1 - O BEL chegará aos clientes pela linha de energia?
O BEL é um sistema que chegará aos clientes por fibra óptica, através da tecnologia de distribuição chamada GPON.


2 - Quando e onde exatamente o BEL será lançado no mercado?
O BEL será lançado inicialmente em alguns bairros de Curitiba (ainda não definidos) e para clientes corporativos, á taxas de 100Mbps. A data de lançamento ainda não está estabelecida. Após o lançamento haverá expansões progressivas para clientes de outras cidades do Paraná e para residências.

3 - Já existe uma tabela de preços para o BEL?
A tabela de preços será definida em data mais próxima ao lançamento.

4 - A COPEL já está fazendo cadastramento de potenciais interessados?
Isso só começará após o lançamento do serviço.

Por outro lado, pesquisa realizada pela Telefônica com os 300 assinantes que testam o seu serviço de FTTH (Fiber To The Home) com velocidade de 30 Mbps mostrou que os clientes não têm percepção de valor da ultra banda larga.

Embora os clientes tenham gostado muito de navegar em altíssima velocidade, 50% deles responderam que não sabiam o que fazer com tanta performance. E mais: como o uso acaba sendo o mesmo com velocidades inferiores, o cliente não se mostrou disposto a pagar um preço maior por 30 Mbps. "O preço ficou muito pouco acima da conexão de 10 Mbps", afirma Vírgilo Amaral, diretor de tecnologia da TVA/Telefônica. Como não há essa percepção de valor enquanto não houver uma oferta de conteúdo atrelada às altíssimas velocidades, a Telefônica suspendeu o lançamento de velocidades maiores.

Para tentar contornar o problema, o executivo disse que a Telefônica estuda a criação de um portal de conteúdo. No entanto, a idéia esbarra na indisposição dos programadores em apostar em um modelo de negócio diferente. "Não é só conteúdo sob demanda. Por que eu não posso ter o jogo de futebol? Por que os donos desses direitos não querem perder o prime time. O problema não é só regulatório", diz ele em referência à proibição das concessionárias de telefonia em prestar serviço de TV por assinatura.

Henrique Washington, sócio e responsável pela área de telecom da Accenture, concorda com a Telefônica. "Essa ultra banda larga vai ser atrativa quando tiver um conjunto de serviços e aplicações", disse.

A GVT pensa diferente. Há poucas semanas a empresa lançou sua nova família de produtos de banda larga, com velocidade que começa em 3 Mbps e vai até 100 Mbps. "Dando velocidade, o usuário vai buscar aplicações", diz Ricardo Sanfelice, diretor de marketing e produtos da GVT. A oferta de 10 Mbps (responsável por 90% das novas vendas) é comercializada a R$ 69,90. Pelo mesmo preço, as concessionárias de telefonia oferecem velocidade não superiores a 2 Mbps ou 3 Mbps.

Fontes: Press Release COPEL e Teletime.

Nokia Store de São Paulo oferece cursos gratuitos sobre tecnologias

A Nokia Store SP promove mais uma sequência de cursos gratuitos sobre tecnologias como, Nokia Mapas (serviço de localização e navegação), Nokia Messaging (aplicativo para facilitar a configuração e uso de até dez contas de e-mail) Comes With Music (licença que permite o download de milhões de músicas) e Convergência. Os treinamentos começam dia 11 de agosto e vão até o dia 30 de agosto, de segunda-feira até sábado, com uma hora de duração cada um.

Nokia Para participar é necessário confirmar presença pelo número de telefone (11) 3061-9100 ou enviar um e-mail para flagship.sp@nokia.com. Caso ocorra algum imprevisto e não possa mais ir ao evento, o consumidor deve informar a loja. As vagas são limitadas em 15 participantes por treinamento.

Workshops Nokia Store SP – R. Oscar Freire, 849 - Jardins

Segunda-feira, das 19h às 20h - Nokia Messaging
Terça-feira , das 19h às 20h - Nokia Mapas
Quarta-feira, das 19h às 20h - Comes With Music
Quinta-feira, das 19h às 20h - Nokia Mapas
Sexta-feira, das 19h às 20h - Convergência
Sábado, das 14h às 15h - Nokia Mapas. Das 17h às 18h - Nokia Messaging

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Venezuela confirma que vai usar o mesmo sistema de TV digital adotado no Brasil

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou que seu governo está na fase final das negociações com o Brasil e o Japão para a aquisição do sistema de televisão digital. A afirmação foi feita no domingo, dia 9 de agosto de 2009. Chávez fez o anúncio durante seu programa dominical de rádio e televisão denominado "Alô Presidente".

No último dia 21, o presidente venezuelano assegurou que sua administração avaliava o sistema japonês (ISDB-T), a tecnologia europeia DVB-T, um padrão chinês e o Sistema Brasileiro de Televisão Digital, baseado no protótipo japonês.

Chávez destacou então que a transferência tecnológica é uma condição indispensável para o acordo com o fornecedor do sistema de televisão digital. O governo venezuelano planeja que todas as transmissões de televisão do país sejam realizadas sob formato digital dentro de dez anos. As transmissões no formato digital vão coexistir com o sistema analógico até 2018.

Fonte: Folha Online

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Belém é a primeira cidade da Região Norte a receber o sinal da TV digital

Cinco emissoras de televisão de Belém receberam nesta terça-feira (4) a autorização do Ministério das Comunicações para transmitir sua programação em sinal digital. Os termos de consignação de canais de TV Digital foram assinados pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa.

Belém é a 17ª capital brasileira e a primeira cidade da Região Norte a receber os sinais digitais de alta definição. A partir da consignação dos canais, as emissoras têm até 18 meses para preparar o projeto de engenharia necessário para o início das transmissões em caráter definitivo.

O ministro Hélio Costa garantiu que, até o fim deste ano, todas as capitais brasileiras estarão aptas a transmitir o sinal digital, além de 30 cidades-polo. Segundo ele, até 2014, o sistema deve estar implantado em todas as cidades, pois, em 2016 o sistema de transmissão analógico será desligado.

"A TV Digital é a modernidade da comunicação, sobretudo porque abre espaço para fazer uma comunicação direta, multiplicação de canais nas TVs públicas: o Canal da Cidadania, a TV da Educação, a TV da Cultura. Tudo isso é possível graças à digitalização", destacou.

Para o representante da Associação Paraense de Emissoras de Rádio e Televisão (Apert), Camilo Afonso, a implantação da TV Digital na região amazônica é uma conquista. "Fazer televisão na Amazônia já é um desafio, fazer TV Digital é um desafio maior ainda", observou.

As quatro emissoras do Pará que receberam a consignação dos canais digitais são a Rádio e Televisão Marajoara, a Televisão Liberal e o Sistema Clube do Pará de Comunicação. Também foi assinado um protocolo de intenções com a Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa).

De acordo com o Ministério das Comunicações, 21 cidades brasileiras já transmitem a TV Digital em caráter definitivo: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goiânia, Porto Alegre, Curitiba, Campinas (SP), Cuiabá, Salvador, Florianópolis, Vitória, Uberlândia (MG), São José do Rio Preto (SP), Teresina, Santos (SP), Brasília, Campo Grande, Fortaleza, Recife, João Pessoa e Sorocaba (SP).

Fonte: Folha Online

domingo, 2 de agosto de 2009

Você está ligado na Enternet?


Fonte: Blog Bobagento

Motorola vai fabricar módulo M2M GPRS pra automóveis no Brasil

Um reflexo positivo na indústria eletrônica da Resolução 245 do CONTRAN, que vai obrigar os fabricantes de automóveis a equipar os veículos novos com equipamento rastreador, veio a tona esta semana com o anúncio que a Motorola fabricará no Brasil módulos de comunicação machine-to-machine (M2M) com tecnologia GPRS. Estes módulos permitem que a posição do veículo, obtida por um receptor GPS, seja transmitida wireless (sem fios) para uma central de monitoramento, usando a rede de transmissão de dados GPRS de uma operadora de telefonia celular GSM.

Os módulos M2M serão produzidos pela Motorola em sua fábrica em Jaguariúna/SP a partir do primeiro trimestre de 2010. O primeiro módulo a ser produzido será o modulo G30, que está em fase final de desenvolvimento em Israel, onde a Motorola cria produtos M2M. O aparelho utilizará a tecnologia SMT (Surface Mount Technology - técnica na qual os componentes eletrônicos são montados na superfície da placa de circuito impresso), o que permitirá que o módulo tenha dimensões bastante reduzidas. A ideia é que ele possa ser integrado aos dispositivos antifurto que se tornarão obrigatórios em todos os carros novos vendidos no Brasil a partir de outubro do ano que vem, de acordo com a resolução 245 do CONTRAN.

Segundo o gerente de vendas da área de módulos M2M da Motorola, Artur Couto, a tecnologia SMT pemite também redução de custos, resultando em um produto até 40% mais barato que os módulos tradicionais com componentes dotados de pinos para soldagem. Além da utilização em veículos automotivos, o módulo G30 poderá servir também para outros mercados, como alarmes e equipamentos de POS (Point of Sale) tais como máquinas de autenticação para cartão de crédito.

No segundo semestre de 2010 a Motorola deve lançar o modelo H30, que será um módulo de comunicação também com tecnologia SMT, mas com interface para sistemas 3G.

Fonte: TELETIME

Registro da marca "Nokia Money" pode ser indício de movimento a favor do 'mobile payment'

Near Field Communications
A empresa Nokia solicitou o registro em vários países da marca Nokia Money. Junto com as solicitações estão as seguintes descrições: "software de computador para viabilizar a transferência de dinheiro de uma conta bancária para outra através de telefones celulares" e "serviços de transações financeiras: provimento de segurança para transações comerciais e opções de pagamento usando telefones celulares em pontos de venda". As informações foram noticiadas pelo site NFC World esta semana.

Especula-se que esse movimento poderia ser mais um sinal da aposta da fabricante finlandesa em reforçar sua atuação em serviços. Uma aplicação de mobile payment independente de operadoras poderia servir como opção de pagamento para clientes que acessam a OVI Store, loja de aplicativos da Nokia.

O site Rethink Wireless lembra ainda que a Nokia é a única fabricante com um modelo de celular com NFC (Near Field Communications), tecnologia de comunicação sem contato e que seria a melhor candidata a uma aplicações de pagamentos usando aparelhos celulares. A Nokia tem prometido incluir NFC em quase todos os seus modelos de gamas alta e média a partir do ano que vem. Outro movimento da fabricante no campo de aplicações financeiras foi seu investimento de US$ 70 milhões na Obopay, empresa de mobile payment.

Fonte: TELETIME