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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Google planeja lançar celular com Android no Brasil ainda neste ano

O diretor-geral do Google para a América Latina, Alexandre Hohagen, afirmou nesta quinta-feira (28) que a empresa trabalha para lançar o primeiro celular com sistema Android no Brasil ainda neste ano.

Essa plataforma para aparelhos móveis é desenvolvida por um consórcio que tem o Google como líder. Segundo o executivo, no momento há negociações com fabricantes de celular para o lançamento do produto. "Neste ano ainda devemos ter algumas surpresas", afirmou Hohagen, a respeito da chegada do produto, durante evento realizado na sede do Google em São Paulo.

Hohagen afirmou que a estratégia é focar nas negociações com as fabricantes, e não com a operadora, como foi feito para a produção do primeiro celular com Android, o G1, lançado nos Estados Unidos no ano passado pela T-Mobile -- na compra, é necessário assinar um contrato de dois anos com a operadora.

O produto chegou à Europa neste ano. "Isso evita contratos de exclusividade e faz com que haja um aumento no número de empresas interessadas."

O sistema Android é uma das grandes apostas do Google para concorrer com empresas como a Apple, fabricante do iPhone. A plataforma possui código aberto, o que permite a qualquer um criar novos aplicativos para o aparelho. O usuário pode, pelo celular, obter acesso rápido a serviços do Google, como Gmail, YouTube, Google Maps, GTalk e o Calendar, além de fazer buscas.

Entretanto, o G1 ainda aparece atrás de seus principais competidores nos Estados Unidos. Segundo a consultoria NPD, o produto ficou em quinto lugar nas vendas de smartphones no primeiro trimestre, atrás do BlackBerry Curve (RIM), iPhone 3G (Apple), BlackBerry Storm e BlackBerry Pearl.

Folte: Folha Online

terça-feira, 26 de maio de 2009

Lockheed Martin anuncia conclusão das especificações do GPS III

A empresa aeroespacial norte-americana Lockheed Martin anunciou que a equipe que desenvolve a próxima geração GPS, juntamente com a Força Aérea dos Estados Unidos, concluiu o anteprojeto de modernização do sistema.

Provavelmente não foi uma coincidência que esta informação tenha sido divulgada logo após que um órgão governamental norte-americano apresentou um relatório dizendo que o sistema de satélites GPS poderia começar a ter falhas em 2010. Imediatamente autoridades da Força Aérea se manifestaram contra esta posição, afirmando que o sistema de navegação por satélites norte-americano não possui nenhuma perspectiva de interrupção ou falha.

Segundo a empresa Lockheed Martin, o GPS III contará com satélites totalmente reformulados que vão propiciar maior precisão para localização no globo terrestre, além de fornecer serviços avançados de segurança. A equipe está trabalhando com um capital de três bilhões de dólares para lançar até 12 satélites da série inicial de modernização GPS III-A, com o primeiro lançamento projetado para 2014. Os satélites emitirão um novo canal de uso civil, chamado L1C, que permitirá aos futuros receptores precisão atualmente só obtida em equipamentos profissionais de custo elevado.

O GPS, cujo nome oficial é NAVSTAR-GPS, é operado pela Força Aérea Norte-Americana, através do Segundo Esquadrão de Operações Espaciais (2nd Space Operations Squadron -- 2SOPS), localizado na Base Aérea Schriever, no estado do Colorado (EUA). Além da estação central de controle no Colorado, existem estações de monitoramento dos satélites GPS no Hawaii (Oceano Pacífico), na Ilha da Ascensão (Oceano Atlântico), na Ilha Diego Garcia (Oceano Índico) e na Ilha Kwajalein (Oceano Pacífico). O NAVSTAR-GPS opera desde a década e 1990 e foi desenvolvido para substituir um sistema de localização baseado em satélites denominado TRANSIT, anteriormente usado pela Marinha dos EUA, iniciado em 1960. No sistema TRANSIT, havia 6 satélites em órbita polar e era possível obter a localização de navios e submarinos com precisão de 200 metros. No entanto, era necessário esperar cerca de uma hora para se ter a posição correta. No GPS, há 24 satélites ativos e mais alguns de reserva, sendo possível obter as coordenadas de posição e a altitude em todo o globo terrestre com dados tipicamente atualizadas em menos de 1 segundo.

Fonte: Lockheed Martin & Info GPS

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Participação na Sercomtel impede Copel de ter licença do STFC

A Copel Telecom não conseguiu uma licença para a oferta de STFC. Ao contrário do que foi informado pela Anatel na última quinta-feira, 21, a agência, na verdade, "aprovou a rejeição" do pedido da distribuidora ao invés de aprovar a expedição da autorização. O motivo oficial para a recusa, segundo a autarquia, é que o pedido "não atende as exigências legais e regulamentares".

A impossibilidade de liberação da licença está no fato de a Copel deter 45% do capital acionário da Sercomtel. A concessionária, por sua vez, já possui licença para operar em todo o Paraná, impedindo assim que a subsidiária de telecomunicações da empresa de energia, Copel Telecom, tenha autorização própria de STFC. Por ora não há qualquer possibilidade de a Copel reduzir sua participação na Sercontel para poder entrar no mercado de telefonia fixa.

A estratégia que está sendo pensada, segundo fontes da Sercomtel, é a possibilidade de uma oferta conjunta entre as duas empresas, para serviços de telecomunicações e de distribuidora de energia elétrica. Nos testes feitos pela Copel em Santo Antônio da Platina (PR) para a oferta de banda larga via PLC, já está sendo oferecido aos moradores telefonia usando a tecnologia VoIP com a marca da Sercomtel. Caso o acordo se consolide, Copel e Sercomtel podem vender uma oferta de telefonia e banda larga empacotada para o cliente, nos moldes do que a NET e a Embratel já fazem. No caso das empresas paranaenses, ambos os serviços desse pacote podem ser oferecidos pela rede elétrica.

Fonte: Teletime

Infraero anuncia que acesso sem fios nos aeroportos não será totalmente gratuito

A Infraero (estatal que administra os aeroportos brasileiros) informou hoje (25 de maio de 2009) que o acesso à internet nos aeroportos brasileiros será parcialmente cobrado. A empresa diz que os usuários poderão acessar gratuitamente todos os sites do governo, noticiosos e de bancos. O acesso a provedores de e-mail, no entanto, será cobrado.

Em outubro de 2008, a Infraero havia dito que iria fornecer acesso gratuito à internet sem fio em 12 aeroportos do país até dezembro --Belém (PA), Brasília (DF), Confins (MG), Congonhas (SP), Curitiba (PR), Galeão (RJ), Guarulhos (SP), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA) e Santos Dumont (RJ). Alguns desses locais já têm internet sem fio, mas é necessário pagar para obter acesso a qualquer site.

A assessoria de imprensa da empresa afirma que, quando anunciou o acesso gratuito para dezembro, o plano de implantação do sistema sem fio não estava desenvolvido por completo. A cobrança do acesso a alguns sites, segundo o órgão, é uma forma de as operadoras obterem algum lucro. Não haverá limite de tempo para os usuários navegarem dos aeroportos.

De acordo com a Infraero, dos 12 aeroportos que vão ter acesso sem fio, 11 já estão com todas as antenas instaladas e prontas para funcionamento --o que deve ocorrer a partir da segunda quinzena de junho. O único onde há atrasos é o de Recife. Lá, as instalações devem começar em julho. A empresa informa que também está realizando levantamentos em outros 20 aeroportos para instalar a rede sem fio.

A Infraero informa que está desenvolvendo, em colaboração com quatro provedores de acesso, um sistema padrão que será implantado em todos os aeroportos que administra. Ao abrir o computador portátil no aeroporto, o usuário será direcionado a uma página de autenticação, na qual terá que se identificar.

"O acesso anônimo estimularia a realização de atos ilícitos, o que poderia acarretar demandas e responsabilidades judiciais à Infraero", diz a empresa.

O órgão alega que o atraso na instalação da rede ocorreu por "adequações de ordem técnica" e por causa das chuvas em Santa Catarina, no final de 2008. A estatal diz que a empresa importadora, com sede no município de Itajaí, teve seu galpão inundado, o que atrasou a entrega dos equipamentos.

Fonte: Folha Online

domingo, 24 de maio de 2009

Programa do MEC que entregará laptops para estudantes está atrasado

Mais de cinco meses depois da realização de pregão eletrônico para a compra de 150 mil laptops para distribuição em escolas públicas, como parte de um programa do MEC (Ministério da Educação), os alunos continuam sem seus computadores --e não vão recebê-los ao menos até julho. Além disso, as estudantes correm o risco de receberem máquinas muito ultrapassadas.

Em dezembro do ano passado, a empresa indiana Encore venceu, por meio de sua representante Comsat, o pregão para fornecer as máquinas do programa Um Computador por Aluno (UCA), ao aceitar o valor de R$ 82,55 milhões para fabricação dos laptops -- R$ 553 por máquina, do modelo Mobilis. Devido a trâmites da licitação, os PCs ainda não foram produzidos ou entregues aos alunos.

Um dos problemas dessa demora é que as configurações exigidas ficam defasadas. Segundo as regras do edital, o modelo deve ter memória RAM de no mínimo 512 Mbytes, tela de LCD de ao menos 7 polegadas e Wi-Fi. Hoje, a maior parte dos modelos de netbook tem 1 Gbyte de memória e vem com telas maiores, de 9 polegadas, porque a indústria notou que é difícil digitar nas menores.

Jakson Sosa, procurador da Comsat para o programa, reconhece que as máquinas já podem estar superadas. "Claro que sim. Temos três novos produtos, com novos sistemas de processamento. Já tem coisas novas e com o preço igual", diz o executivo.

Apesar de a Encore ter vencido o pregão, não é certo que o negócio se concretize. As máquinas ainda têm de ser aprovadas no testes de aderência, em que é analisado se o equipamento tem as especificações determinadas pelo edital. O MEC já realizou esses testes -- o resultado não foi divulgado --, mas decidiu enviar as amostras dos computadores para o Inmetro, para a realização de novas análises.

Segundo o ministério, o objetivo é "garantir a lisura do processo". Além disso, entre janeiro e março a licitação ficou parada para averiguação por parte do TCU (Tribunal de Contas da União), que pediu mais informações sobre a aquisição.

Na realidade, a novela do UCA já se arrasta desde 2007. Naquele ano, a Positivo Informática venceu -- mas não levou -- a primeira fase do pregão eletrônico para fornecimento de computadores ao mesmo programa. Na ocasião, o governo federal decidiu suspender o processo por considerar muito altos os preços oferecidos. A empresa havia dado lance de R$ 98,180 milhões.

O Inmetro recebeu as máquinas da Encore para teste nesta semana e, possivelmente, pode entregar as análises no fim da próxima semana. Depois haverá uma fase de recursos e, possivelmente, a assinatura do contrato.

Com isso, o MEC espera concluir o processo até o fim de junho, caso as máquinas sejam aprovadas. Pelas regras do edital, a todos os computadores têm de ser entregues em até 180 dias nas 300 escolas do programa, divididos em quatro lotes --a fabricante diz que consegue fabricar os PCs em 20 dias. Sosa critica a falta transparência do ministério durante o processo, pela não divulgação dos resultados. "Fica um 'zum zum zum' de que não passamos nos testes, que não cumprimos a especificação, mas ainda não houve um posicionamento oficial. Eles precisam dizer: 'Isso não está certo, modifique para mim'", diz Sosa.

De acordo com o MEC, apenas o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), responsável pelo leilão, pode divulgar os resultados e isso só será feito quando os testes estiverem completos. Está previsto no edital o possível envio dos equipamentos para análise por laboratório certificado, por isso o Inmetro foi chamado para ajudar no processo, diz o ministério

Fontes: Folha Online & Engaged

sábado, 23 de maio de 2009

KT lança na Coréia telefone celular com WiBro e tela de toque

A empresa de telecomunicações líder do mercado sul-coreano KT (Korea Telecom) lançou em Seul um novo equipamento para acesso à sua rede de transmissão de dados WiBro. O equipamento SCH-M830 reune as funções de telefone celular WCDMA e acesso à Internet através da rede WiBro. O equipamento está baseado no sistema operacional Windows Mobile 6.1, possui tela sensível ao toque de 3,3 polegadas de alta resolução WVGA (480 pixels X 800 pixels), memória interna de 2GB e câmera fotográfica de 3 M-pixels.

A rede WiBro adota modulação OFDMA, com duplexação temporal (TDD) e largura de canal de 8,75 MHz. A rede foi projetada como uma rede metropolitana para acesso móvel à Internet mais rápida que o acesso celular móvel (por exemplo, CDMA 1x). Na Coréia a rede WiBro ocupa uma faixa alocada em 2002 pelo governo sul-coreano de 100 MHz no espectro imediatamente inferior à faixa de WiFi, iniciando em 2,3 GHz e indo até 2,4 GHz. O serviço comercial WiBro foi lançado em junho de 2006 em Seul pelas empresas KT e SK, oferecendo inicialmente taxas de download até 10 Mb/s, no serviço que ficou conhecido como WiBro Phase 1. O sistema coreano foi incluído na norma IEEE 802.16e (WiMAX móvel).

A partir do ano passado a KT passou a ofertar o WiBro Phase 2, com taxas de download de 18,4 Mbit/s e upload de 4 Mbit/s. O custo do serviço é equivalente a US$22 por mês, com franquia de até 30GB de volume de dados.

Fonte: Aving + Redação NoWires

Força Aérea dos EUA desmente informação que GPS estaria a beira do colapso

A Força Aérea norte-americana negou de forma incisiva a notícia, veiculada na imprensa internacional nos últimos dias, que o sistema de auxílio à navegação por satélites GPS estaria a beira de um colapso. Tal informação foi anunciada esta semana em um relatório do Government Accontability Office - Escritório de Responsabilidade Governamental (GAO), o braço investigativo do Congresso dos EUA, gerando dúvidas quanto ao futuro do sistema estadunidense de posicionamento por satélites.

O relatório indicava que o GPS poderia ser interrompido devido a atrasos na modernização e no desenvolvimento da constelação de satélites.

Segundo um comunicado da Força Aérea dos EUA, uma possível interrupção do serviço GPS está totalmente descartada nos próximos anos. O mesmo comunicado afirmou que governo estadunidense planeja investir 5,8 bilhões de dólares em satélites e estações em solo, até 2013.

Existem hoje 31 satélites GPS ativos em órbita da Terra, sendo que pelo menos 24 veículos são necessários para prover serviços de posicionamento e navegação em todo o globo. A Força Aérea norte-americana informou também que está previsto um lançamento de satélite GPS em agosto de 2009, e outro em 2010.

Photo by Carleton Bailie © The Boeing Company
Fonte: Mundo GEO

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Nova bateria "a ar" pode durar 10 vezes mais que baterias de lítio

Engenheiros da Universidade St. Andrews, no Reino Unido, desenvolveram um novo tipo de bateria que utiliza o ar ambiente para substituir um dos componentes químicos utilizados nas baterias de lítio atuais.

A nova "bateria a ar" eleva em até 10 vezes a capacidade de armazenamento de energia em comparação com as baterias atuais e poderá ser mais barata, já que substitui o óxido de lítio por uma estrutura de carbono.

Os pesquisadores esperam ter a bateria pronta para comercialização em cerca de dois anos, o que poderá criar uma nova geração de veículos elétricos e viabilizar fontes alternativas de energia limpa, como a energia solar e a energia eólica.

Com baterias mais eficientes, a energia captada durante os momentos de ventos fortes e durante o dia poderá ser armazenada para liberação durante os momentos de calmaria e à noite, transformando os geradores solares e eólicos em fontes de suprimento contínuo de eletricidade.

A maior capacidade de armazenamento de energia da nova bateria deve-se à adição de um componente que utiliza o oxigênio retirado do ar atmosférico durante o descarregamento, quando a bateria está sendo utilizada. O oxigênio substitui um dos compostos químicos utilizados nas baterias recarregáveis atuais.

Sem precisar conter o composto químico em seu interior, o novo design oferece mais energia para o mesmo volume de bateria. A redução do tamanho e do peso das baterias é um dos elementos necessários para viabilizar definitivamente os veículos elétricos.

A bateria a ar, batizada de STAIR (Saint Andrews Air), deverá ser mais barata do que as atuais baterias recarregáveis. Isto porque o novo componente é feito de carbono poroso, que é muito mais barato do que o óxido de lítio-cobalto utilizado hoje.

"Nosso objetivo é ter um incremento de 5 a 10 vezes na capacidade de armazenamento, o que está além do horizonte para as baterias de íons de lítio," diz o professor Peter Bruce, coordenador do projeto. "Nossos resultados estão sendo muito encorajadores e já superaram largamente nossas expectativas."

A grande descoberta da equipe do professor Bruce foi usar o oxigênio do ar como reagente, em vez de incluir na bateria os compostos químicos necessários à reação.

As baterias recarregáveis de lítio atuais são formadas por um eletrodo negativo, feito de grafite, um eletrólito orgânico e um eletrodo positivo, feito de óxido de lítio-cobalto. O lítio é retirado do composto do eletrodo positivo durante o carregamento da bateria e reinserido nele quando sua energia está sendo consumida. Ou seja, a capacidade de armazenamento de energia dessas baterias é limitada pelo eletrodo de óxido de lítio-cobalto (0,5 Li/Co, 130 mAhg-1).

Os pesquisadores substituíram o óxido de lítio-cobalto por um eletrodo poroso de carbono, permitindo que os íons de lítio reajam com o oxigênio do ar. Os resultados iniciais, quando os pesquisadores descobriram que poderiam criar uma bateria recarregável desta forma, mostraram uma capacidade de 1.000 mili-amp/hora por grama de carbono (mA/hours/g). Os resultados agora apresentados já revelam uma capacidade de 4.000 mA/hours/g.

Embora os dois designs sejam muito diferentes, a capacidade de energia da bateria a ar equivale a um incremento de 8 vezes quando comparada com a bateria de um telefone celular.

O oxigênio, que é capturado do ar atmosférico por uma superfície da bateria exposta ao ar, reage no interior dos poros do material de carbono para liberar a energia contida na bateria. Além do oxigênio do ar ser de graça, a esponja de carbono pode ser fabricada de forma muito barata mesmo hoje, quando ainda não há ganhos de escala.

O projeto de pesquisa que levou à criação da bateria a ar já consumiu dois anos de trabalho e está planejado para durar outros dois, quando os pesquisadores esperam ter um produto pronto para a comercialização.

Fonte: Inovação Tecnológica

Cidade de Deus ganha rede sem fios gratuita para acesso à Internet


A comunidade Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, desde hoje (21 de maio) tem uma rede sem fios gratuita para acesso à Internet. A comunidade, que se tornou mundialmente famosa a partir de 2002 com o filme dirigido por dirigido por Fernando Meirelles, tem mais de 100 mil moradores que serão bebeficiados pelo projeto, lidado pelo governo do Estado do Rio de Janeiro.

Além do acesso doméstico, o governador Sérgio Cabral inaugurou praça Padre Júlio Groten, na comunidade, uma sala com computadores para que os que não têm o equipamento em casa possam aprender a usá-los e a navegar na internet. Durante três meses, serão oferecidas oficinas de informática de graça, diariamente, das 8h às 22h, para quem quiser se familiarizar com o mundo virtual.

Para a implantação do serviço, o governo contou com a cessão de equipamentos de telecomunicações da Secretaria de Segurança, usados durante os Jogos Panamericanos, em 2007. O governo do Estado do Rio planeja para o dia 28 de junho a inauguração da rede de internet sem fio na Baixada Fluminense, com a expectativa de atender a 2,5 milhões de pessoas.

Fonte: G1

Relatório alerta que GPS pode falhar em 2010 por falta de verbas do governo norte-americano


San Francisco, 20 mai (EFE).- O sistema GPS corre o risco de falhar em 2010 por falta de fundos, afirmou um relatório da Government Accontability Office - Escritório de Responsabilidade Governamental (GAO), órgão do governo dos Estados Unidos, que acusa a Força Aérea americana, encarregada da gestão da rede de satélites responsável pelo sistema, de ter descuidado de suas tarefas.

O estudo do Escritório de Responsabilidade Governamental foi citado nesta quarta-feira pela imprensa americana, e adverte ao Congresso dos Estados Unidos que são necessários US$ 2 bilhões para atualizar a rede de satélites, para evitar que apresente imperfeições. Aponta também que houve atrasos, como o corrido com o primeiro satélite de substituição que deveria ter sido lançado em 2007 e agora está marcado para novembro deste ano, que podem prejudicar o funcionamento futuro do sistema.

"Quando os velhos satélites começarem a registrar erros, em 2010, existe uma alta probabilidade de que a rede caia abaixo do número de satélites necessário para fornecer o nível de serviço com o qual o governo dos Estados Unidos se comprometeu", diz o relatório.

O Escritório de Responsabilidade Governamental acusa a Força Aérea de ter fracassado na tarefa de construir satélites para o sistema ajustando-se ao orçamento e nos períodos de tempo necessário.

A rede possui entre 24 e 32 satélites em órbita ao redor da Terra e são necessários pelo menos quatro para localizar um ponto exato.

Embora, teoricamente, o sistema possa continuar funcionando com menos de 24 satélites em operação, os especialistas acreditam que a precisão do equipamento diminuiria notavelmente.

Justamente pelo interesse para a segurança nacional, os analistas esperam que o governo descubra uma forma rápida de realizar os investimentos necessários para atualizar o sistema.

Uma eventual falta de precisão do GPS beneficiaria o sistema europeu Galileu, desenvolvido pela União Europeia e pela Agência Espacial Europeia e que deveria estar operacional em 2011.

Uma eventual indisponibilidade de alguns satélites do GPS norte-americano dá uma vantagem para o Glonass, sistema que era operado pela URSS e atualmente está em fase de recuperação pela Rússia. A notícia do governo norte americano surgiu em um momento delicado, pois a Rússia garantiu que não vai cortar o financiamento do sistema de navegação Glonass, apesar da crise econômica. Foi o que afirmou o ministro Sergei Ivanov, na semana passada durante um fórum de navegação em Moscou.

O sistema Glonass, uma alternativa ao GPS, possui hoje 20 satélites. O número mínimo para fornecimento de serviços de navegação sobre a Rússia é de 18, sendo ideal ter-se 24 veículos para cobertura mundial plena.

Em setembro de 2008, o Primeiro Ministro Vladimir Putin assinou uma diretiva que alocava 2,6 bilhões de dólares para o desenvolvimento do sistema. Para 2009, estão previstos seis novos lançamentos de satélites Glonass. Estes seis novos satélites serão lançados três de cada vês, através de foquetes russo modelo Proton-M. Um dos lançamentos está agendado para o dia 25 de setembro e o outro para o dia 25 de dezembro de 2009, ambos da base de lançamentos russa de Baikonur, no Casaquistão. A foto ao lado mostra um foguete Proton-M sendo preparado em 2008 para o lançamento de três satélites Glonass.

TV Globo distribuirá sinal de TV digital por meio de antenas parabólicas

Uma solução baseada em geolocalização fará parte de uma tecnologia para levar o sinal de TV digital da Rede Globo aos telespectadores que recebem a programação através de antenas parabólicas. O projeto está sendo desenvolvido pela Globo em conjunto com a empresa Thomson e destina-se a tornar possível a receber os sinais digitais e, ao mesmo tempo, manter a estrutura de divisão do teritório brasileiro entre as emissoras afiliadas da Rede Globo.

Segundo o projeto, em cada receptor de sinal haverá um módulo GPS embutido, que verificrá a posição geográfica de instalação do equipamento. Os sinais das emissoras afiliadas estarão, portanto, codificados no satélite e apenas as caixas equipadas com esse controle de acesso serão capazes de decodificar as imagens, habilitando o cliente a receber apenas a programação correspondente à amissora da região onde se encontra. Dessa forma, os receptores sintonizariam apenas o sinal da emissora afiliada da região, preservando assim o modelo federativo defendido pela Globo.

A emissora tem um mapeamento das áreas não atendidas pelo sinal aberto, que deve ser usado como subsídio para decidir quais seriam as emissoras mais importantes para o público das parabólicas e distribuição do sinal digital por satélite.

Fonte: Mundo Geo

domingo, 17 de maio de 2009

Empresa nos EUA vende robôs de "Perdidos no Espaço"

Para quem tem mais de 45 anos, Lost in Space ou, no Brasil, Perdidos no Espaço invoca as lembranças de um seriado de televisão produzido entre 1965 e 1968, que contava as aventuras da família Robinson no espaço, a bordo da nave Júpiter 2. Mas os grandes heróis eram o Robô B9 e o Dr. Zachary Smith, clandestino que introduziu-se na nave com o propósito de destrui-la, mas que acabou sendo mais um membro da tripulação que se viu perdida sem rumo no espaço.

40 anos após a série original, uma empresa norte americana está lançando réplicas do famoso Robô B9, construído nos mínimos detalhes para se parecer com o robô do seriado original. A empresa B9 Creations está comercializando cada réplica pelo preço de US$ 24500, diz ter capacidade de produzir 30 exemplares por ano e já vendeu mais de 50 bobôs. A réplica foi baseada principalmente no modelo usado no último ano do seriado, que foi filmado a cores e dá maiores detalhes sobre o robô.

O robô vendido pela B9 Creations tem alguns movimentos básicos e acionamento com controle remoto. Um sistema de som interno tem cerca de 500 frases gravadas por Richard Tufeld, que fazia a "voz" do robô na série original.
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Em 1998 foi lançado nos cinemas um filme, também chamado Lost in Space (Perdidos no Espaço), dirigido por Stephen Hopkins, com roteiro baseado na famosa série de televisão. Para tentar atrair para o novo filme a atenção dos fãs da série de TV, o diretor convidou diversos atores do seriado original: Richard Tufeld fez novamente a voz do robô; June Lockhart, a Maureen Robinson original, no filme é diretora da escola de Will Robinson e aparece em um holograma; Mark Goddard, o antigo Major West, é o oficial comandante do novo Major West; Angela Cartwright e Marta Kristen, as primeiras Penny Robinson e Judy Robinson, fizeram pequenos papéis como repórteres. Bill Mumy, que fazia o papel de Will Robinson, não pode participar devido a compromissos. O ator Jonathan Harris, que fazia o Dr. Smith na série, também foi convidado mas recusou-se a participar. O novo filme fez pouco sucesso.

Equador estuda adotar padrão de TV digital do Brasil


O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou no último sábado (16 de maio de 2009) que o seu país estuda adotar o padrão nipo-brasileiro para televisão digital, mas que ainda analisa qual sistema o país adotará. "A princípio, nós gostaríamos de apoiar um irmão latino-americano como o Brasil, que é o que produz a tecnologia para esse sistema de televisão digital", explicou o presidente equatoriano. "Mas, obviamente, não sou especialista em questões técnicas, tenho que receber o relatório técnico definitivo, mas também estamos trabalhando nisto para começar uma nova era de televisão no Equador", afirmou.

Atualmente há três sistemas de TV digital que disputam o mercado na América Latina, calculado em mais de 400 milhões de pessoas. O formato adotado pelos Estados Unidos (ATSC) já foi escolhido pelo México. O sistema europeu (DVB, Digital Vídeo Broadcasting), foi escolhido por Uruguai e Colômbia. O sistema do Japão (ISDB) foi adotado pelo Brasil e pelo Peru, com a diferença que utiliza a codificação de vídeo no padrão H.264/MPEG-4 AVC, enquanto que no Japão é utilizado o padrão MPEG-2. Os demais países da América Latina ainda estudam qual padrão será adotado.

Fonte: G1

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Empresas de Energia Elétrica apostam no PLC para competir no mercado de telecomunicações


A regulamentação para a oferta de internet via Power Line Communications (PLC) ainda não está concluída, mas as distribuidoras de energia elétrica já fazem planos para conquistar uma fatia do mercado de banda larga a curtíssimo prazo. Apesar de a implantação do serviço não estar plenamente pacificada no setor elétrico, distribuidoras de energia como a Copel pretendem iniciar a oferta comercial de internet em 2009 e estão confiantes de que têm fôlego para abocanhar uma boa fatia deste mercado. "Temos como oferecer um produto com maiores velocidades e mais acessível", garantiu o consultor de telecomunicações da empresa de energia elétrica do Paraná, a Copel, Orlando César de Oliveira.

Para que os planos da Copel decolem, falta apenas a conclusão da regulamentação da oferta do serviço por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A agência fez nesta terça-feira, 13 de maio, uma audiência pública para que os interessados no assunto fizessem suas considerações antes da conclusão do regulamento. Um dos pontos que ainda gera controvérsia é com relação à tarifa que poderá ser cobrada pelas distribuidoras pelo acesso às redes de energia para a transmissão de dados. No setor elétrico existe uma regra que obriga as concessionárias a transferir parte dos ganhos com a locação de suas redes para as tarifas cobradas dos consumidores de energia, em prol da modicidade tarifária.

Ocorre que essa transferência tem sido vista como um desestímulo por alguns agentes do setor na oferta do PLC. É a interpretação da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), por exemplo. Para o assessor da diretoria da Abradee, José Gabino, a Aneel poderia pensar em alternativas que estimulassem as empresas a prestar o PLC, como o adiamento por algum tempo da regra do repasse. "A regra que tem hoje não faz sentido nenhum. As empresas podiam ficar com toda a tarifa, por exemplo. É preciso encontrar um jeito de estimular a empresa", afirmou Gabino.

No Brasil, seis concessionárias já fazem testes com o PLC há alguns anos e apostam que a tecnologia está pronta para permitir uma oferta competitiva de banda larga aos seus consumidores. São elas: Copel (PR), CEB (DF), Cemig (MG), Light (RJ), Celg (GO) e Excelsa (ES). Ao menos uma delas, a Copel, se diz preparada para iniciar sua operação comercial do serviço no próximo ano e planeja a execução de uma oferta-piloto para 10 mil clientes no início de 2009.

Atualmente, a Copel comanda seu teste na localidade de Santo Antônio da Platina, onde cerca de 300 consumidores têm acesso irrestrito e gratuito à banda larga via PLC. Nessa primeira fase, a distribuidora tomou a decisão de não oferecer seus pacotes tendo como parâmetro a velocidade de acesso, como fazem as teles. A empresa quer transportar para as telecomunicações o mesmo método usado na oferta de energia, ou seja, o cliente paga pelo que usar na transmissão de dados, sem restrições prévias a velocidades de download. "Tem gente que nem televisão tinha em casa e hoje vê TVs do mundo todo pelo computador", conta Orlando César de Oliveira sobre a experiência em Santo Antônio da Platina.

O método tem sido chamado pela empresa de "web on demand" e, segundo o consultor da Copel, garante que a oferta seja bem mais acessível do que o sistema utilizado pelas teles. "Telecom está em um modelo equivocado. Vamos implantar (o PLC) dentro do modelo de energia, onde não somos nós que controlamos o consumo. É o próprio cliente." Oliveira acredita que, com a capilaridade da rede elétrica, o uso do PLC pode ser uma grande ferramenta para a real inclusão digital do país. "O escopo maior é que ele vem ao encontro da inclusão digital, pois a rede elétrica tem uma penetração de 98%, 99%. O PLC é uma alternativa viável e exequível para a inclusão."

Ao defender o uso do PLC, Oliveira também não poupa críticas às teles. Uma das grandes reclamações é a prática do traffic shaping, que a Copel garante que não irá aderir caso confirme sua entrada no mercado de transmissão de dados. "A Copel não aplica controle de tráfego. Isso é um erro, inclusive do governo, que deveria impedir essa prática", protesta. Garantindo que não limitará o acesso a qualquer tipo de transmissão, a distribuidora alega que as tecnologias PLC disponíveis hoje asseguram conexões com mais velocidade do que as oferecidas pelas teles.

Segundo o consultor, os equipamentos existentes permitem conexões com velocidades de até 400 Mbps. O plano de atendimento da Copel prevê a oferta de 100 Mbps para cada grupo de 50 potenciais clientes. Para viabilizar a oferta comercial do serviço à sua base de consumidores de energia, de 3,5 milhões, a distribuidora estima que será necessário um investimento de US$ 1 bilhão. A parte mais complexa da estrutura de oferta de dados, o cabeamento em fibra da região de atendimento, já está pronta com a implantação de 7 mil km de cabos OPGW - onde a fibra passa dentro dos cabos pará-raios das linhas de alta tensão - e mais 7 mil km em cabos urbanos.

Segundo Oliveira, sem que a distribuidora precise fazer maiores esforços, é possível atingir uma penetração de 33% na oferta de PLC, índice bem mais expressivo do que os obtidos nas ofertas tradicionais de banda larga, via cabo e ADSL. O cálculo é baseado na estimativa de que, para cada três conexões de PLC, uma funciona com eficiência. Considerando a penetração de quase 100% da rede elétrica em sua área de atuação, a distribuidora teria potencial inicial de oferecer banda larga, com bom funcionamento, para um terço de sua clientela atual.

Outra questão que ainda precisa de ajustes no modelo de oferta do PLC é a quantidade de empresas que poderão gerenciar essa nova rede de acesso. De acordo com as apresentações feitas hoje na Aneel, apenas uma prestadora poderia ser responsável pelos modens que fazem a modulação da rede elétrica para a oferta do PLC por conta de problemas de interferência. Caso essa hipótese se confirme, o caminho natural seria a distribuidora de energia ter o controle exclusivo dessa rede de acesso.

No entanto, as distribuidoras asseguram que isso não impedirá a competição na oferta final do PLC, caso existam outras empresas interessadas em prestar o serviço. A distribuidora, em uma via, ofereceria o serviço aos seus clientes, mas por outro lado também poderia sublocar os modens para a oferta por terceiros. Mas o futuro dessas relações comerciais pode não ser pacífico.

Oliveira insinua que as distribuidoras lutarão para manter o controle de suas redes, inclusive na oferta de dados, e que não aceitarão a possibilidade de abrir sua infraestrutura às empresas de telefonia. "Não faz sentido abrir para quem é monopólio", alfineta o consultor da Copel, lembrando que não só as concessionárias de telefonia fixa mantiveram em rédea curta o acesso às suas redes nos últimos anos. Segundo Oliveira, empresas como a GVT também jamais deixaram as subsidiárias de telecom das distribuidoras entrarem em suas redes.

Fonte: Teletime

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Padrão Ginga de interatividade da TV digital brasileira recebe aprovação da UIT

O Ginga-NCL é o primeiro padrão a ser aprovado e recomendado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) para aplicações interativas em IPTV. A Recomendação H.761 - "Nested Context Language (NCL) and Ginga-NCL for IPTV services" foi aprovada pelo Setor de Normalização da UIT, no último dia 29, como resultado de propostas apresentadas por iniciativa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) do Brasil.

Desenvolvido pela PUC-Rio, o Ginga-NCL é um subsistema do Ginga, software elaborado para permitir a interatividade no Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Foram aprovadas pela UIT a linguagem NCL e sua plataforma de execução. A aprovação significa uma chancela da UIT ao padrão brasileiro, que poderá ser utilizado por fabricantes do mundo todo em produtos que permitirão a interatividade em IPTV.

Fonte: IDG Now!

KT usa WiBro na Coréia para orientar motoristas

A empresa de telecomunicações líder da Coréia do Norte, a Korea Telecom (KT), associou-se à também coreana Easycar para oferecer aos motoristas um novo equipamento, destinado a auxiliar o trânsito nas grandes cidades.

O aparelho é basicamente um navegador baseado em GPS, chamado KT SHOW WiBro, que utiliza a rede sem fios metropolitana WiBro da KT para dar ao equipamento várias funcionalidades adicionais. O usuário obtém, através da conexão IP de alta velocidade com a rede WiBro, informações de áudio sobre o trânsito e imagens de câmeras localizadas em cruzamentos e avenidas, podendo assim ser informado sobre acidentes, engarrafamentos e rotas alternativas de trânsito.

A KT e a Easycar ainda não anunciaram o preço e disponibilidade do aparelho.

Fonte: InfoGPS Online

Kenwood lança aparelho para automóveis com TV Digital, CD, DVD e GPS

A empresa Kenwood está lançando no mercado japones um equipamento para automóveis que reúne em um único aparelho tocador de CD e DVD com receptor de TV digital e navegador por sinais GPS. O equipamento, modelo HDV-909DT, tem tela tipo LCD de 7 polegadadas, com resolução de 480 pixels X 234 pixels e aceita arquivos DivX, MP3 e JPEG. Possui um receptor interno de TV digital (sistema 1Seg, apropriado para recepção em movimento) e os arquivos podem ser armazenados em um pen-drive externo, conectado a uma porta USB 2.0, ou transferidos para um disco rígido interno com capacidade de 40GB. A saída de som utiliza o sistema 5.1, com saída para subwoofer. Obviamente há também no aparelho um receptor de rádio AM e FM.

O aparelho recebe também sinais dos satélites GPS e mostra a posição do veículo em mapas tridimensionais que abrangem todo o teritório do Japão. O preço de lançamento no mercado japones é equipalente a proximadamente 1500 Euros.

Fonte: Übergizmo

domingo, 10 de maio de 2009

TV Alterosa inaugura sinal digital e faz testes com Ginga para interatividade

A TV Alterosa, afiliada do SBT em Minas Gerais, começou a transmitir sua programação com sinal digital na sexta-feira, 8 de maio de 2009. Além da inauguração das transmissões digitais, a emissora fez ainda testes em Betim de aplicativos interativos, usando, para garantir o retorno, modem da fabricante MXT, que desenvolve equipamentos GPRS e que podem ser acoplados a receptores de TV digital. Segundo a emissora, este é o primeiro teste oficial de interatividade plena do Sistema Brasileiro de TV Digital. 

Segundo o gerente técnico da emissora Luiz Eduardo Leão, o teste foi realizado com protótipos de receptores equipados com uma "versão beta" do Ginga, já que o middleware ainda não foi totalmente normatizado. O teste consistia em um aplicativo no qual o usuário respondia uma pergunta simples e recebia um conteúdo exclusivo. Segundo o engenheiro, a comunicação se deu pela Internet, através do modem GPRS que usou a rede celular GSM. No entanto, qualquer rede física capaz de conectar o receptor à Internet poderia ser usada, como telefonia fixa, cable modem etc. 

Fonte: Teletime

Garmin lança GPS com câmera digital integrada



A Garmin anunciou o lançamento do Oregon 550 e Oregon 550t. Os dispositivos GPS integram uma câmara digital de 3.2 megapixels, o que possibilita ao usuário georreferenciar suas imagens.

Além disso, o aparelho possui bússola o tela touchscreen. A câmara digital possui zoom digital, além de georreferenciar automaticamente as imagens.

O GPS possui 850 MB de memória interna, tela de três polegadas e cartão de memória. O aparelho permite personalizar cinco perfis de navegação, automotivo, marítimo, lazer, fitness ou Geocaching.

Fonte: InfoGPS Online

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Depois do espartilho, surge a cueca com GPS


A Lindelucy, uma confecção de Juruaia, no Sul de Minas, criou uma cueca com GPS. O acessório, que tem o tamanho de um pequeno celular costurado na peça, é capaz de mostrar a localização da pessoa ou por onde ela passou.

Segundo a proprietária da Lindelucy, Lucia Iorio, a ideia surgiu a partir do espartilho com GPS, lançado pela loja no ano passado. "As mulheres ganharam esse presente dos homens e agora somos nós que vamos rastrea-los onde estiverem", afirma.

Lucia explica que a lingerie masculina tem várias finalidades, como manter a segurança da pessoa, pois o GPS tem um sistema de rastreamento e vem com um botão contra pânico, que pode ser acionado em caso de assalto ou sequestro. Os dados de latitude e longitude são enviados a um número préprogramado de telefone celular.

A cueca no estilo boxer e com o sistema GPS, pode ser adquirida em várias cores e tamanhos. Ela custa 490 reais. Para quem desejar monitorar as mulheres, o espartilho com o aparelho GPS custa 1.750 reais.

Fonte: InfoGPS Online

terça-feira, 5 de maio de 2009

IBGE lança serviço online gratuito para melhorar a qualidade de dados GPS

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) passou a disponibilizar, a partir do dia 6 de maio, um serviço online gratuito, o RBMC-IP, que pela primeira vez vai permitir a obtenção, em tempo real, de coordenadas (latitude, longitude e altitude) de melhor qualidade por usuários de equipamentos de GPS que possuam acesso à internet sem fio, como os utilizados para controle de frota, locomoção, navegação marítima, agricultura, etc.

O serviço consiste na transmissão em tempo real, pela internet, das observações coletadas em 26 das 60 estações GPS de operação contínua espalhadas pelo território nacional, pertencentes à Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS (RBMC), mantida pelo IBGE.

Ao utilizá-lo, um usuário que esteja em terra ou no mar poderá melhorar em dez a cem vezes a precisão do conhecimento da sua posição em relação àquela fornecida pelo GPS sozinho. Para fazer uso do RBMC-IP, é preciso se cadastrar no site http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/download/cadastro.php.

Chamado de RBMC-IP, o serviço consiste na transmissão em tempo real, pela internet, das observações coletadas em 26 das 60 estações GPS de operação contínua espalhadas pelo território nacional, pertencentes à Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS (RBMC), mantida pelo IBGE. Ao utilizá-lo, um usuário que esteja em terra ou no mar poderá melhorar em dez a cem vezes a precisão do conhecimento da sua posição em relação àquela fornecida pelo GPS sozinho. Para tanto, além da internet sem fio, o usuário deverá ter, em seu equipamento GPS (ou um notebook, ou um PDA conectado ao equipamento GPS), um software que aplique as correções oriundas das estações de referência (RBMC) e possibilite a obtenção de coordenadas mais precisas. Deverá também se cadastrar no site do IBGE. A partir daí, os dados recebidos pelo seu receptor GPS serão combinados com os transmitidos pelo IBGE pela internet, o que permitirá a obtenção de precisões de posicionamento que podem variar de alguns centímetros (no caso do uso da técnica RTK - Relativo Cinemático em Tempo Real) a alguns decímetros (no caso do uso da técnica DGPS - GPS Diferencial), em vez dos nove metros que são fornecidos pelo GPS sozinho.

Os dados (ou correções) da RBMC serão disponibilizados por meio de um protocolo internet conhecido como Networked Transport of RTCM2 via Internet Protocol (NTRIP), desenvolvido pela Agência Alemã de Geodésia e amplamente utilizado na Europa. O NTRIP permite conexões simultâneas de computadores desktop, laptops e PDAs (computadores de mão) que possuam acesso à internet sem fio, como, por exemplo, GPRS ou modem 3G. Antes desse serviço, a RBMC já vinha disponibilizando dados GPS, mas apenas para aplicações que não necessitavam de resultados em tempo real.

Todos os resultados obtidos pelo RBMC-IP estarão automaticamente em SIRGAS2000, sistema de referência oficialmente em uso no Brasil desde 2005.

Um bom exemplo de setor que será beneficiado com este serviço é o da agricultura de precisão, que utiliza o GPS para controlar o uso de adubos e pesticidas nas plantações. Fazendo uso do serviço RBMC-IP, através da técnica RTK, os produtos podem ser aplicados somente onde realmente são necessários, ou seja, haverá uma economia para o produtor e, ao mesmo tempo, benefício para o meio ambiente, reduzindo a agressão que o solo recebe quando pesticidas são aplicados nas plantações. A utilidade será maior ainda em todas as aplicações de navegação terrestre e marítima.

Até então, para a realização de um levantamento RTK convencional, eram necessários um receptor instalado em uma estação com coordenadas conhecidas, denominado de estação de referência ou base RTK, um receptor móvel (rover)e um rádio de comunicação VHF, para enviar os dados da estação de referência RTK ao receptor móvel.

Um fator que limita a área de abrangência para a realização do RTK nesse modelo é o alcance da transmissão das ondas do rádio, pois, se existirem obstáculos entre a referência e o receptor móvel, a precisão esperada não será alcançada. Além disso, como a separação entre dois canais de rádio é estreita, o sinal pode receber a interferência de outros usuários trabalhando na mesma banda de frequência, reduzindo a qualidade do levantamento.

O serviço RBMC-IP via internet sem fio substitui a conexão via rádio VHF. Dentre as vantagens da mudança, é possível citar as seguintes: a) os receptores GPS habilitados para realizar levantamentos RTK não necessitarão de licenças especiais para trabalhar com o protocolo NTRIP, mas apenas de uma conexão internet; b) um modem GSM/ GPRS ou 3G, para conexão via internet sem fio, é mais barato que um rádio VHF; c) não será necessário manter um equipamento GPS com um operador todo o dia em uma estação de referência, já que as estações de referência são fornecidas pelo IBGE através da RBMC; d) não será necessário buscar locais altos para instalar a estação de referência e o transmissor, uma vez que o alcance da internet é maior que o do rádio; e) não será necessário se preocupar com obstáculos físicos, já que, enquanto o rádio não funciona com obstruções, a internet independe delas; e f) a jornada de trabalho fazendo uso do RBMC-IP será reduzida quando comparada com o método clássico via rádio

A transmissão dos dados será realizada da seguinte forma: o receptor GPS existente em cada uma das estações que participam do serviço RBMC-IP envia continuamente mensagens no formato RTCM até um servidor "caster" localizado na sede do IBGE, no Rio de Janeiro. Um usuário, com um aplicativo "cliente"3, uma conexão internet e um software que permite calcular as coordenadas corrigidas, conecta-se ao servidor caster do IBGE e escolhe a(s) estação(ões) da RBMC-IP cujos dados ou correções diferenciais deseja receber. As correções são recebidas pelo GPS do usuário e, dessa forma, obtêm-se as posições corrigidas. Atualmente, o servidor caster do IBGE recebe dados de 26 estações localizadas nas principais capitais brasileiras.

Entretanto, o usuário precisará preencher o cadastro e se registrar. A solicitação será avaliada, e uma identificação e senha de acesso serão enviadas por e-mail. Haverá algumas restrições de acesso para evitar congestionamento de tráfego neste servidor. Assim, cada usuário só poderá acessar 3 das 26 estações da RBMC; se o usuário ficar conectado por mais de 24 horas consecutivas no servidor do IBGE, ele terá o seu acesso cancelado; a identificação e senha de acesso serão válidos por um período máximo de três meses; serão permitidos no máximo 50 acessos simultâneos ao serviço.

Por fim, o microcomputador do usuário não poderá estar dentro de uma rede de firewalls ou Proxy, pois, nesse caso, o serviço RBMC-IP não irá funcionar.

Fontes: IBGE & InfoGPS Online

WiMAX Fórum certifica equipamentos da Motorola em 2,5 GHz


A Motorola anunciou nesta segunda-feira, 4 de maio de 2009, que o WiMAX Fórum certificou dois CPEs e um ponto de acesso da tecnologia WiMAX em 2,5 GHz. A chancela do WiMAX Fórum garante que os produtos são interoperáveis com equipamentos de outros fabricantes.

Enquanto o órgão trabalha para garantir às operadoras o funcionamento dos equipamentos entre fabricantes, o que é essencial para que a tecnologia ganhe escala e caia de preço ao longo dos anos, as empresas não conseguem vender os produtos no Brasil. Como se sabe, os pedidos de certificação de equipamentos de WiMAX em 2,5 GHz estão parados na Anatel há quase um ano.

José Geraldo de Almeida, gerente de novos negócios para a área de home & network mobility da Motorola, relembra o entendimento da procuradoria especializada da Anatel de que a certificação é um ato vinculado, ou seja, à Anatel cabe aprovar ou não os equipamentos não podendo omitir-se sobre os pedidos. "Se você ignora atos vinculados, tudo pode acontecer", afirma. Para o executivo, a questão crucial é qual o momento o país pretende aumentar a oferta de espectro para banda larga móvel. "Minha estimativa é que a Anatel não venda as faixas para o LTE antes de 2013. O que está na balança é banda larga fixa ou nomádica hoje e telefonia celular daqui a alguns anos. Quando a Anatel faz isso, ela está tomando uma política pública. Estamos trocando o presente imediato pelo futuro com algum grau de incerteza", critica.

Embora não haja uma ordem formal do conselho diretor para a suspensão das homologações, a justificativa da agência é que as empresas de MMDS, que hoje são donas da faixa de 2,5 GHz, não possuem licença de SCM associadas à faixa. Segundo esta lógica seguida pela Anatel, isso impede que as empresas de MMDS utilizem os equipamentos, argumento rechaçado pelas empresas, já que o MMDS é um serviço que, por definição, permite a transmissão de dados. Outro argumento da Anatel é que não é possível homologar os equipamentos antes da decisão sobre a nova destinação da faixa 2,5 GHz.

Fonte: Teletime

Altus recebe 15 mil chips do CEITEC

A Altus Sistemas de Informática recebeu o primeiro lote de chips encomendados ao CEITEC. Quinze mil memórias GBL para automação industrial chegaram a sede da companhia na quinta-feira (30/04).

O negócio representa a primeira entrega em grande quantidade de chips produzidos no Brasil desde final da década de 1980, quando as atividades de microeletrônica foram interrompidas no país com o fim da "Lei de Informática", e a consequente liberação das importações de componentes eletrônicos. Segundo o CEITEC, sendo um chip de controle industrial, existe a possibilidade de expansão do volume de produção nacional.

O CEITEC é uma empresa especializada no desenvolvimento e produção de circuitos integrados de aplicação específica (ASIC’s), com fábrica em Porto Alegre - RS.

Entre suas principais metas esta inserir o Brasil no mercado global como produtor de semicondutores através da implantação de empresas competitivas em microeletrônica, atuando como líder e estimulador na formação e capacitação de mão-de-obra especializada e na modernização de outros setores industriais na América Latina.

Em sua área de atuação, viabiliza projetos estratégicos para o Brasil, sendo reconhecido como modelo no segmento de Microeletrônica. Neste setor colabora com o desenvolvimento de produtos e processos, com destaque para a agro-indústria e automação industrial.

Fonte: CEITEC e IT Web

Renesas e NEC negociam fusão

A NEC Electronics, da qual a NEC Corp. controla 65 por cento, e a Renesas, que é uma joint venture entre a Hitachi e a Mitsubishi Electric, dizem que planejam a fusão para abril de 2010. O objetivo é impulsionar a competitividade global das empresas em microcontroladores, sistemas e circuitos integrados em geral.

O presidente da NEC Electronics, Toshio Nakajima, afirmou que as empresas juntas estão cortando 200 bilhões de ienes em custos, e que espera que a nova companhia não precise atuar no vermelho.

A NEC Electronics e a Renesas esperam fechar os detalhes do acordo até o final de julho deste ano e manter a nova empresa listada em bolsa. A NEC provavelmente irá absorver a Renesas, que atualmente tem 55 por cento de seu controle nas mãos da Hitachi e 45 por cento na da Mitsubishi Electric.

Tanto a NEC quanto a Renesas são especializadas em microcontroladores e semicondutores, e a união entre ambas deve gerar vendas anuais de quase 13 bilhões de dólares, superando a Toshiba como a maior fabricante de circuitos integrados do Japão.

Fonte: Saber Eletrônica

Redes sem fios poderão se tornar realmente sem fios


Você chega a um shopping ou aeroporto, liga seu notebook e pode imediatamente se conectar à internet. E todos chamamos isso de rede sem fios. Mas será que essa rede realmente prescinde dos fios?

Do ponto de vista de um engenheiro de telecomunicações, a resposta é não. O problema é que é necessário um cabo para que o sinal possa chegar até o roteador. Apenas a partir dele é que a conexão fica disponível "sem fios", mas apenas dentro de uma área restrita.

Isso acontece porque é caro e tecnologicamente difícil criar redes realmente sem fios em grandes áreas, para cobrir uma cidade inteira, por exemplo.

Mas esses problemas agora poderão ser resolvidos graças ao trabalho da equipe do professor Andreas Kassler, da Universidade de Karlstad, na Suécia. A pesquisa contou com a participação do brasileiro Marcel Cavalcanti de Castro, cientista da computação formado pela Universidade Federal de Goiás.

A ideia é que os nós da rede - os pontos de acesso - comuniquem-se entre si, trocando dados diretamente, em vez de cada um deles ter uma conexão a cabo com a internet.

Hoje essa tecnologia tem um empecilho grave: a capacidade de transmissão de dados da rede cai rapidamente à medida que são acrescentados novos nós, porque cada um deles gasta tempo e largura de banda comunicando-se com os demais.

O Dr. Kassler resolveu o problema equipando cada um dos nós da rede com várias placas de rede e fazendo-as trocar dados em várias frequências diferentes simultaneamente. Os ganhos são exponenciais, garantindo que a capacidade de transmissão de dados da rede não sofrerá nenhuma degradação.

A pesquisa chamou a atenção das operadoras e empresas de telefonia porque o sistema é muito mais barato de ser instalado do que a colocação de cabos até cada um dos pontos de acesso à internet que se deseja implantar.

A tecnologia será testada pela Deutsche Telekom durante um ano. Inicialmente os testes incluirão os laboratórios da empresa e a Universidade de Karlstad. A seguir, a avaliação será levada para um ambiente urbano real de Berlim. Os testes serão focados na telefonia por IP.

Fonte: Inovação Tecnológica

domingo, 3 de maio de 2009

Intel divulga My WiFi para ligar tudo sem fios



A Intel está divulgando sua tecnologia My WiFi, que propõe o uso de redes IEEE 802.11 para ligar TUDO, desde impressoras, câmeras fotgráficas e equipamentos de som.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Apple quer desenvolver chips próprios


A Apple está à procura de novos empregados da indústria de semicondutores, e também está desenvolvendo a sua capacidade de desenvolver chips próprios. As informações estão na edição de quarta-feira (29) do diário econômico "Wall Street Journal".

A fabricante do iPhone e do iPod espera que seus esforços façam com que se desenvolvam novas funcionalidades para os seus dispositivos, e que habilite a empresa a manter mais segredo, em relação aos vendedores de chips, sobre os detalhes tecnológicos dos seus equipamentos.

Um porta-voz da Apple confirmou que a companhia contratou Bob Drebin, executivo de produtos gráficos da fabricante de chips Advanced Micro Devices, e Raja Koduri, que ocupou a mesma posição antes de Drebin.

No entanto, o porta-voz não deu mais detalhes sobre o assunto. A página de Drebin em uma rede social o indica como diretor-sênior da Apple.

A Apple tem contratado engenheiros, a fim de criar chips multifuncionais para que sejam usados em seus telefones, diz o "Wall Street Journal". A tecnologia dos chips estaria disponível já no começo do ano que vem.

Fonte: Folha Online